O Padre Fábio de Melo fará o show de encerramento dos festejos dos Santos Mártires hoje a tarde em São Gonçalo do Amarante. O Administrador Apostólico e Arcebispo Emérito Dom Jaime Vieira Rocha irá presidir a missa solene de encerramento às 16h, ato que será transmitido pela TV Canção Nova. Logo em seguida às 18h Padre Fábio comanda o show que vai reunir dezenas de milhares de pessoas.
‘Ela chegou a ficar inconsciente e a boiar. Nasceu de novo’, diz homem que filmou casal arrastado por onda em praia do Rio Assessoria do Corpo de Bombeiros informou que a mulher foi encaminhada ao Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, e que homem foi liberado — Meu intuito, ao gravar o vídeo, foi alertar. Porque muita gente não tem noção do perigo. Fiquei orando na hora para dar tudo certo. Uma pessoa conseguiu avisar a um guarda municipal, que chamou os salva-vidas. Foram minutos que pareciam uma eternidade. Todo mundo ficou naquela ansiedade, nervoso, torcendo que ficasse tudo bem. O rapaz foi jogado para as pedras. Já a mulher foi para mais distante das pedras, levada para o mar. Foi o que salvou a vida dela. Porque logo a resgataram e conseguiram levar para a areia. Mas ela chegou a ficar inconsciente e a boiar. Depois que foi salva, os bombeiros conseguiram reanimá-la. Foi uma questão de minutos, foi Deus mesmo. Turistas são arrastados por onda ao fazer selfie na Praia do Diabo, no Arpoador Lobo diz ainda que o homem, que aparentava cerca de 27 anos, tinha porte físico e recorreu a uma estratégia para lidar com a subida pelas pedras, como mostram as cenas do vídeo: — Ele tinha preparo físico e percebi que este foi um fator que fez ele suportar por mais tempo. Se fosse uma pessoa com estrutura física mais frágil, teria sido pior. Quando ele ia para as pedras, ele protegia a cabeça para não bater e não desmaiar. Assim que conseguiu sair, o homem estava em choque e aos poucos teve noção de tudo o que aconteceu. Ele passou pelo procedimento de verificação e só tinha uns arranhões. Deu para ver que ele ficou bem. Depois do ocorrido, seria válido melhorar a sinalização no local. Graças a Deus, não veio ninguém a óbito. Mas é importante o poder público colocar placas para orientar principalmente pessoas que vêm de fora e não conhecem a região. Nesse pensamento de que “dá para ir ali”, o mar pode ser traiçoeiro, em minutos mudar. Um agente do Corpo de Bombeiros informou, por telefone, que a mulher foi encaminhada ao Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, após ser reanimada e que o homem foi liberado no local. Ele, no entanto, a acompanhou. “O Corpo de Bombeiros do Rio atuou no salvamento de dois turistas que foram surpreendidos por uma onda quando faziam fotos na Pedra do Arpoador, na altura da Praia do Diabo, no último domingo (01.10). Originários de Petrópolis, o homem e a mulher foram resgatados do mar por dois guarda-vidas que patrulhavam a orla. As vítimas receberam os primeiros-socorros e foram encaminhadas por uma ambulância da corporação para o Hospital Miguel Couto. É importante ressaltar que o local do acidente conta com placa indicativa de risco e que os militares já haviam alertado o grupo sobre o perigo. O Corpo de Bombeiros do Rio faz prevenções diárias, recorrentes, nas áreas de pedras, costões e cantos de pedra da orla de todo o Estado, especialmente em dias chuvosos, com mar agitado. A corporação também mantém ativa uma campanha, nas suas redes sociais, onde alerta para o risco das selfies nestes locais”. Quando há aviso de ressaca, o Centro de Operações do Rio, órgão da prefeitura, recomenda aos cariocas e turistas que evitem o banho de mar, a presença nas pedras e a prática de esportes dentro d’água durante este período. Além disso, pescadores devem evitar a navegação e a permanência em mirantes na orla. Em caso de acidente, a orientação é não entrar no mar para resgatar vítimas. Deve-se acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. Em reportagem recente do EXTRA, Bombeiros informaram que selfies de risco estão por trás de grande parte dos acidentes em locais perigosos no Rio. Entre janeiro e novembro de 2022, 16 mortes em 180 acidentes foram registrados pela corporação, entre eles costões rochosos, encostas, mirantes e cachoeiras do estado.Ela chegou a ficar inconsciente e a boiar. Nasceu de novo’, diz homem que filmou casal arrastado por onda em praia do Rio
Por proposição da vereadora Fativan Alves (PV), a Câmara de Parnamirim promoveu, na noite desta quinta-feira (28), uma Audiência Pública sobre o Transporte Público no município. Os debates ocorreram no Plenário Dr. Mário Medeiros, com participação aberta à população. Na ocasião, foram colocadas em pauta questões referentes à malha viária, valor monetário da passagem e bilhetagem eletrônica, além de outros recursos que possibilitem a melhoria dos serviços. Também foi discutida a necessidade de maior participação de setores envolvidos com o transporte público no estudo de uma licitação, que deve ocorrer em abril do próximo ano. A vereadora Fativan Alves afirmou que, a partir das discussões realizadas durante a audiência, foram elaboradas sugestões que serão encaminhadas ao Poder Executivo Municipal. “A gente precisa dos esclarecimentos, o que cada um pensa sobre isso, para que a gente formule a nossa ideia pra poder encaminhar à gestão do município, e a gestão, com sua contrapartida, falar o que é importante dessa licitação”, explicou a edil. Além da parlamentar propositora, vereadora Fativan Alves, compuseram a mesa o vereador Gabriel César (PL); o presidente da Associação dos Transportes Opcionais de Médio Porte de Parnamirim (ASTOMP), Sadi Ritzel; o gerente administrativo da cooperativa que representa o Transporte Interbairros, Jorge Bandeira; e o coordenador municipal de transportes, Edivan Borges. A audiência foi transmitida ao vivo, e está disponível no canal do youtube da Câmara Municipal de Parnamirim. Fonte: Malu Figueiredo Ascom / CMP
O apresentador falou sobre o patrimônio de Faustão no canal de André Piunti no YouTube Fausto Silva tem sido, há muito tempo, um dos veteranos mais queridos da televisão. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, Faustão se destacou como um dos apresentadores mais bem pagos do país. No entanto, a fortuna do apresentador pode potencialmente superar o que tem sido especulado nos últimos anos. O tópico sobre a riqueza de Fausto Silva surgiu durante uma entrevista entre o apresentador Geraldo Luís e André Piunti no YouTube. O ex-funcionário da Record TV discutiu sua própria situação financeira e mencionou que seu colega possui uma fortuna de 10 bilhões de reais.
Geraldo Luís (Foto: Reprodução/ Record) Apresentador fala sobre patrimônio de Fausto Enquanto falava sobre sua própria situação financeira, Geraldo Luís afirmou que ainda não tem condições de deixar de trabalhar e viver de forma tranquila. Neste momento, o apresentador falou sobre a fortuna de Fausto Silva, e elogiou o colega de trabalho por continuar trabalhando mesmo com uma condição financeira confortável. “Tranquilidade só tem o Faustão com 10 bilhões. O Faustão com 10 bilhões na conta e foi trabalhar. Não sossegou! Ele tem 70 anos e 10 bilhões na conta“, disse Geraldo. Por outro lado, outra fonte afirma que a fortuna de Fausto Silva é consideravelmente menor, mas de fato ultrapassa a marca do bilhão. Contudo, conforme um relatório do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, a riqueza do apresentador chega a 1,1 bilhão de reais. De acordo com seu último relatório médico, Fausto Silva já acabou incluído na lista centralizada de espera por um transplante. O apresentador acabou hospitalizado com um quadro de insuficiência cardíaca que acabou se agravando.
O caso do ator Kayky Brito ganhou mais um capítulo neste domingo (1º). É que o artista acabou sendo exposto após ter um vídeo seu divulgado em rede nacional, quando ele estava no quiosque com Bruno De Luca, momentos antes de ser atropelado. O programa Domingo Espetacular, da Record TV, divulgou imagens onde Kayky aparececonversando com Bruno no quiosque. Na ocasião, estavam presentes os dois famosos e uma mulher. O ator, que estava visivelmente alterado, tentava interagir e se aproximar da moça, porém foi impedido pelo amigo. Kayky Brito é casado e que sua esposa está em ‘pé de guerra’ com a família do ator. De acordo com a colunista Mariana Morais, do Correio Braziliense, a morena e os parentes do artista não estão se dando bem. Vídeo mostra o ator Kayky Brito cheio de cana tentando beijar outra mulher
Poder de convencimento, alta expectativa e promessa de retorno lucrativo rápido. Estes três fatores foram suficientes para convencer uma gama de pessoas ao que é conhecido por criptomoeda. Entre elas, Acelino Freitas, o Popó. O baiano admitiu que perdeu R$ 1 milhão após cair em golpe de pirâmide. A situação deixou o campeão mundial de boxe decepcionado, sobretudo pela esperança de retorno financeiro alto ao investir em uma empresa aparentemente confiável chamada Braiscompany. A companhia também é acusada de lesar outros investidores devido à negociação de moedas virtuais na internet. VÍDEO: Fãs de Luísa Sonza xingam Chico Moedas durante apresentação da cantora QUEM ÉJornalista, empresária, mãe de 3: conheça Tamara Dalcanale, mulher de Kayky Brito “Fui muito otário, muito besta, muito infantil, não existe rendimento de 8% em em qualquer lugar do mundo. Eu apanhei feio, mas esse cara ganhou muita gente por nocaute, muita gente está passando dificuldade e fome”, detalhou, em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo. As promessas do empresário responsável pela empresa que se apresenta como “especialista em criptomoedas” o atraiu. “Eu tirei R$ 1 milhão do meu bolso, consegui tirar em um mês [o rendimento], no segundo mês, ele [dinheiro] sumiu. Eu ganhei dinheiro tomando soco na cara, ganhar meu dinheiro não foi brincadeira”, acrescentou Popó. Após a exposição do acontecimento, a situação do baiano deixou os internautas divididos. “Popó, eu achei foi é muito pouco [risos], deveria ter perdido muito mais muito mesmo. Já ouviu falar da ganância? Pois é”, detonou um usuário. Em contrapartida, outro ficou chocado com o fato: “Gente? Até o Popó caiu nessa?”.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), da Câmara dos Deputados, aprovou na última terça-feira (27) uma proposta que inclui no Código Penal o crime de “stealthing”, termo em inglês que se refere ao ato de retirar propositalmente o preservativo sem o consentimento do parceiro ou parceira. O texto, que ainda depende de aprovação do Plenário da Câmara, substitui o projeto de lei de 2022 do deputado Delegado Marcelo Freitas (União-MG). A proposta original estabelecia pena de reclusão de até quatro anos. Agora, o projeto do deputado Felipe Francischini (União-PR) prevê reclusão de 6 meses a 2 anos e multa. Cada país interpreta o ato de forma diferente. Na Inglaterra, por exemplo, o “stealthing” é considerado estupro. No Brasil, não. Isso porque o crime de estupro prevê que o ato sexual deve ter acontecido mediante grave ameaça ou violência. Advogada, psicanalista e fundadora do Instituto Survivor, Izabella Borges vê que ainda há um grande desafio pela frente. “Para além da criação desse novo crime, nossa luta diária é para fazer ser reconhecida a palavra da vítima como meio probatório.” Borges considera que, em termos práticos, o sistema judicial ainda é bastante resistente, especialmente em casos que envolvem crimes sexuais, mesmo sendo a palavra da vítima a única prova em muitos dos casos. “Demandará uma grande mudança cultural no próprio sistema de justiça para que haja alguma expectativa de que não se transforme em letra morta no Código Penal.” Mesmo sem o projeto de lei, há outros crimes previstos no Código Penal em que o ato de retirar a camisinha sem consentimento poderia ser incluído, como a violência sexual mediante fraude, que prevê pena de 2 a 6 anos de reclusão. Apesar da punição maior, a tipificação do crime ficaria sujeita a quem está julgando, como explica Ana Paula Braga, advogada e especialista em direitos das mulheres. Por isso, a necessidade de um projeto de lei que trate especificamente desse crime. “Diante desta insegurança, [o projeto de lei] pode realmente ser algo que vai facilitar [o andamento] dessas denúncias e promover segurança jurídica para todos”, diz Braga. Segundo ela, assim como outros casos de abusos sexuais, há uma dificuldade probatória. Uma das possíveis provas, continua ela, é o exame de delito na vítima. Apesar de isso acontecer raramente, a indicação é que, se o parceiro tiver ejaculado, a pessoa procure uma delegacia logo após o ato para que o material seja recolhido. “É uma recomendação bem cruel não tomar banho ao sofrer uma violência, mas acaba sendo mais fácil de atestar [o crime]”, explica ela. A advogada lembra-se de uma cliente que descobriu ter sido vítima do “stealthing” após a relação, quando notou que a camisinha estava intacta dentro da lata de lixo. Braga afirma que depende muito da circunstância para provar e cita que troca de mensagens podem servir também como evidências. “Assim como para outros crimes sexuais, a palavra da vítima tem de ter especial relevância. São crimes que acontecem às escuras, geralmente, sem testemunhas e sendo muito difícil de se provar.” Ela ressalta ser comum que a mulher só perceba o que sofreu no caso de uma gravidez indesejada ou se contrair uma IST (infecção sexualmente transmissível). Outra dificuldade, diz Braga, é o acesso ao aborto legal no caso de mulheres vítimas de “stealthing”, uma vez que no paíso aborto é permitido somente em casos de estupro, risco para a mãe e anencefalia do feto —este último caso foi garantido por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em 2012. Nas demais situações, a prática é considerada crime. “Nossa lei fala exclusivamente em estupro. Assim, a vítima poderia ter dificuldade inclusive de um acesso ao aborto legal, mas outras formas de violência sexual também podem levar a uma gestação”, diz a advogada.
São Paulo — Oito pessoas morreram em um acidente com ônibus na Rodovia Deputado Cunha Bueno (SP-253), em Guatapará, no interior paulista, no final da tarde desse domingo (1º/10). O veículo fazia uma excursão religiosa e teria perdido o controle na estrada por causa da forte chuva que atingia a região. O acidente aconteceu no km 180 da rodovia. O excesso de água na pista teria feito o veículo deslizar e capotar. Duas equipes do Corpo de Bombeiros e dez do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados para o atendimento da ocorrência. Segundo informações preliminares, pelo menos 26 pessoas ficaram feridas, incluindo crianças e idosos. O ônibus, com 34 passageiros, seguia da cidade de Tambaú, conhecida pelo turismo religioso, para Monte Alto, na região de Ribeirão Preto. Em uma rede social, o prefeito de Tambaú, Leonardo Spiga Real, disse que as vítimas do acidente participaram de uma missa no Santuário Nossa Senhora Aparecida do Beato Donizetti e lamentou a tragédia. “Que o Beato Donizetti Tavares de Lima acolha a alma desses fiéis”, escreveu. De acordo com a imprensa local, as vítimas feridas foram encaminhadas para hospitais de Guatapará, Sertãozinho, Pradópolis, Jaboticabal e Ribeirão Preto.Ônibus capota e deixa 8 mortos, VEJA VÍDEO
Em um mundo cada vez mais conectado, as redes sociais tornaram-se uma extensão de nossas vidas. Considerando que em 2022 mais de 3,6 bilhões de pessoas estavam conectadas nas redes sociais, não faltam pessoas compartilhando momentos, opiniões, gostos e desgostos, mas até que ponto essa exposição é segura? E quais são os impactos dessa exposição contínua em nossa saúde mental? Confira a seguir 5 riscos ao expor informações pessoais em postagens nas redes sociais: Vulnerabilidade à crimes cibernéticos: Ao compartilhar informações pessoais, como endereço, local de trabalho ou detalhes de viagens, você pode se tornar um alvo para criminosos. Por exemplo, um ladrão pode usar a informação de que você está de férias para invadir sua casa, sabendo que ela estará vazia. Exposição a abusos e cyberbullying:Comentários negativos e humilhação pública podem surgir a partir de postagens pessoais. Uma foto compartilhada inocentemente pode ser manipulada ou compartilhada fora de contexto, levando a situações de bullying ou difamação. Riscos à privacidade: Ao compartilhar detalhes da sua rotina diária, você pode inadvertidamente fornecer informações que permitam a alguém monitorar seus movimentos. Por exemplo, postar fotos regularmente em um café local pode informar a um stalker seus hábitos e horários. Manipulação e uso indevido de informações:Empresas e anunciantes podem coletar e analisar suas postagens para criar perfis detalhados sobre seus hábitos e preferências. Isso pode levar a uma publicidade direcionada invasiva ou, em casos mais extremos, a tentativas de phishing usando informações que você forneceu online. Distorção da realidade: A pressão para retratar uma vida “perfeita” online pode levar a uma representação distorcida da realidade. Por exemplo, alguém pode postar fotos de momentos felizes, omitindo momentos de tristeza ou dificuldade, o que pode criar uma sensação de inadequação entre os seguidores que comparam suas vidas reais com a “vida perfeita” retratada online. Para Thiago Thomal, líder da equipe de consultoria de Segurança da Informação da NTT Ltda, “mostrar demais pode ser perigoso”. “Pode conectar, mas também nos deixa expostos. Precisamos ser educados e conscientes sobre isso”, diz. Além do aspecto técnico, a exposição excessiva nas redes sociais pode ter consequências profundas na saúde mental dos indivíduos. Vivemos em uma era digital, na qual as redes sociais se tornaram uma extensão de nossa identidade e meio principal de interação. No entanto, essa constante conexão e exposição têm seu preço. A psicanálise, uma abordagem profunda da mente humana, oferece insights sobre como essa exposição contínua pode afetar nossa psique. Aqui, exploramos 5 impactos mentais que o excesso de exposição na internet causa segundo a psicanálise. Narcisismo exacerbado: A constante busca por validação através de curtidas, comentários e compartilhamentos pode intensificar traços narcisistas. Indivíduos podem começar a basear seu valor próprio no feedback das redes sociais, tornando-se excessivamente focados em sua imagem online. Por exemplo, uma pessoa pode postar uma foto esperando um certo número de curtidas e, se não alcançar essa marca, pode sentir-se inadequada ou rejeitada. Ansiedade e depressão: A comparação constante com a vida “perfeita” dos outros, frequentemente retratada nas redes sociais, pode levar a sentimentos de inadequação. Alguém pode ver fotos de amigos em férias exóticas ou celebrando conquistas e sentir que sua própria vida não é boa o suficiente, levando a sentimentos de desesperança e tristeza. Isolamento social: Embora as redes sociais sejam uma ferramenta de conexão, o uso excessivo pode resultar em isolamento na vida real. Uma pessoa pode preferir interagir virtualmente em vez de buscar interações face a face, perdendo a profundidade e a riqueza das conexões humanas reais. Por exemplo, alguém pode optar por assistir a histórias no Instagram em vez de sair com amigos, perdendo experiências valiosas. Distúrbios de imagem corporal: A constante exposição a padrões de beleza muitas vezes inatingíveis pode levar a uma percepção distorcida do próprio corpo. Alguém exposto a imagens de modelos com corpos “perfeitos” pode começar a sentir que seu próprio corpo não é bom o suficiente, levando a comportamentos prejudiciais, como dietas extremas ou obsessão por exercícios. Dependência digital: Assim como qualquer vício, a dependência das redes sociais pode interferir na vida diária. Uma pessoa pode verificar compulsivamente suas notificações, mesmo em situações inapropriadas, como durante uma reunião de trabalho ou jantar em família. Esse comportamento pode ser comparado ao de um viciado que não consegue resistir à substância de sua dependência, mesmo sabendo de seus efeitos nocivos. Luciane Batista, que atua na NTT Ltd. como IT Consultant e GTM Leader de Cybersecurity, faz um alerta: “Quando enxergamos tantas vidas perfeitas nas redes, acabamos nos comparando. Isso impacta em nossa autoestima. E tem mais, essa necessidade de mostrar tudo pode ser um sinal de ‘vício digital’”. “Nos dias atuais a necessidade de manter a vida particular resguardada nessas plataformas é inegável. Ao compartilhar excessivamente detalhes pessoais, corremos o risco de nos expor a julgamentos precipitados, invasões de privacidade e até mesmo a situações de risco”, pontua Edgard Mitre, CEO da EMX Tecnologia e Especialista em Privacidade. Em conclusão, enquanto as redes sociais oferecem uma plataforma para conexão e expressão, é essencial estar ciente dos riscos associados e dos impactos potenciais na saúde mental. A moderação, a consciência e o cuidado são fundamentais para navegar no mundo digital de hoje. Assuntos como esse são tratados constantemente no PrivacyCafé, um Clube de Debates Avançados que vai além da Segurança da informação, Privacidade e LGPD.