Netanyahu conversou com Trump no domingo, dizem fontes

Líderes discutem cenário regional em meio a negociações cruciais de cessar-fogo com Teerã
Tal Shalev, da CNN10/05/26 às 18:53 | Atualizado 10/05/26 às 18:53

Tal Shalev, da CNN10/05/26 às 18:53 | Atualizado 10/05/26 às 18:53



Durante a 25ª Marcha dos Vereadores, realizada em Brasília, os vereadores Thiago Fernandes, Professor Diego Américo e Rhalessa de Clênio conquistaram reconhecimento nacional por iniciativas de impacto social nas áreas de inclusão digital, educação e saúde mental. A premiação, concedida pela União dos Vereadores do Brasil, destacou projetos que vêm transformando realidades e ampliando o acesso a direitos essenciais.
Pelo terceiro ano consecutivo, o vereador Thiago Fernandes foi agraciado com o “Troféu Destaque Nacional”. Dessa vez, pelo projeto “Vida e Saúde: Inclusão Digital”, iniciativa que promove o acesso de pessoas idosas à tecnologia, incentivando autonomia e qualidade de vida, com encontros semanais que atualmente atendem cerca de 40 participantes.
O vereador Diego Américo recebeu premiação pelo projeto “Conectados”, voltado à educação de jovens da rede pública. A iniciativa oferece curso preparatório gratuito com foco no ingresso no Instituto Federal do Rio Grande do Norte, ampliando oportunidades e democratizando o acesso ao ensino de qualidade. A edição de 2026 está prevista para iniciar em maio, com aulas todos os sábados, na sede da Casa Legislativa.
A vereadora Rhalessa de Clênio foi homenageada pelo projeto “Mente Ativa”, que atua na promoção da saúde mental em Parnamirim. A iniciativa oferece acolhimento, acompanhamento psicológico e ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da população. Durante a cerimônia, a parlamentar ressaltou a importância de ampliar políticas públicas voltadas ao cuidado com a saúde mental e à valorização das pessoas.
Cida Ramos

A Câmara Municipal de Natal realizou, na manhã desta sexta-feira (8), uma audiência pública com o tema “Saúde mental antimanicomial: em defesa do cuidado em liberdade”. A iniciativa foi proposta pelo vereador Daniel Valença (PT) e reuniu representantes da saúde pública, usuários da rede de atenção psicossocial e movimentos ligados à luta antimanicomial.
Durante a audiência, Daniel Valença destacou a necessidade de fortalecer a rede de atenção psicossocial do município e criticou o que classificou como permanência de uma lógica manicomial no atendimento à saúde mental.
Segundo o parlamentar, a audiência também serviu para denunciar problemas enfrentados pela rede, como o fechamento do CAPS Leste III e a redução do horário de funcionamento do Centro de Convivência. “É fundamental colocar no centro do debate da cidade a luta antimanicomial. Ainda predomina uma lógica manicomial não só em Natal, mas no país”, afirmou.
Representando o CAPS Leste II, Katiane Silva falou sobre os desafios enfrentados por pessoas com transtornos mentais e defendeu mais humanização no atendimento. Ela destacou que ainda há muito preconceito social, especialmente contra pessoas autistas e usuários dos serviços de saúde mental.
Já a representante do Conselho Municipal de Saúde, Cristiane Rego, ressaltou a importância do fortalecimento da atenção primária para evitar a sobrecarga dos serviços especializados e hospitalares. Segundo ela, o cuidado em saúde mental deve começar na prevenção e promoção da saúde.
Cristiane também destacou que o tratamento não deve se resumir ao uso de medicamentos. “Tomar remédio não significa que a pessoa está tratada. A arte, a música, a dança e a atividade física também ajudam no processo de cuidado”, pontuou.
A audiência também abordou novas demandas relacionadas à saúde mental. A secretária adjunta de Saúde do Rio Grande do Norte, Leidiane Queiroz, informou que o estado está implantando um projeto piloto em parceria com o Ministério da Saúde voltado ao atendimento de pessoas com dependência em jogos online.
De acordo com ela, 13 CAPS do Rio Grande do Norte receberão qualificação para atendimento virtual especializado, incluindo suporte a casos ligados ao vício em apostas online e atendimento a mulheres vítimas de violência. “É um problema social e também de saúde pública”, destacou.
Texto: Phablo Galvão
Fotos: Sarah Carvalho