Emenda de Suplicy pagou os 100 mil de Daniela Mercury

Prefeitura de SP liberou cachê de Daniela Mercury com base em emenda de Suplicy




Pedido de emenda do petista serviu para direcionar R$ 100 mil para show em benefício de Lula e do PT, seu próprio partido



Os R$ 100 mil que bancaram o cachê de Daniela Mercury no showmício pró-Lula no domingo 1, Dia do Trabalhador, foram liberados pela Prefeitura de São Paulo após pedido de emenda do vereador petista Eduardo Suplicy.




Segundo despacho obtido pelo NNF , a solicitação de Suplicy contemplava valor até maior, de R$ 125 mil, mas não especificava a contratação da artista. O nome de Daniela só aparece no parecer técnico da Secretaria de Cultura, que deu aval.



Como mostramos mais cedo, o vereador Fernando Holiday (Novo) apresentou ação popular para tentar suspender o pagamento do cachê da cantora, que usou o show para declarar voto em Lula.
Antes da apresentação, o palco na praça Charles Miller foi usado pelo petista e outros aliados para campanha política.




Segundo o vereador, “é inaceitável que o município promova um evento que ignore completamente a justificativa para sua realização e se torne um showmício”.




Com o pedido de Suplicy, a situação se torna ainda mais imoral, com um político do PT direcionando recursos públicos para bancar evento em benefício de outro político do mesmo partido.




Além disso, a lei eleitoral veda “a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos” e a apresentação, “remunerada ou não”, de artistas para animar comícios e reuniões eleitorais.

México deporta travesti brasileira que ia da uma palestra em evento!

A presidente da Associação Brasileira de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson, 57, foi barrada no aeroporto da Cidade do México, onde iria participar do Fórum Social Mundial como palestrante, e deportada para o Brasil.

O caso ocorreu neste domingo (1º). De acordo com a associação, ela tinha os documentos necessários para entrar no país e a decisão foi motivada por transfobia.

No próprio domingo, uma ativista mexicana protocolou um pedido de medida cautelar na Secretaria de Direitos Humanos do país para que a deportação fosse revista, mas, segundo a Antra, não houve tempo para obter uma resposta, já que Simpson foi enviada de volta ao Brasil menos de 10 horas após a chegada. A associação afirma que ela ficou incomunicável durante esse tempo, porque seus dois celulares foram retidos, e que não teve direito a defesa.
A ativista fazia parte da delegação da Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) no fórum, composta por 20 pessoas. Ela é a única travesti do grupo e foi a única barrada no aeroporto –os demais haviam chegado ao México no dia anterior.

A reportagem pediu um posicionamento sobre o caso à embaixada do México e ao Itamaraty, que também foi acionado pela Antra, mas não obteve respostas até a publicação desta reportagem.
De volta ao Brasil nesta segunda-feira (2), Simpson disse que não sofreu violência na abordagem pelos guardas mexicanos, mas que foi tratada de forma diferente dos demais viajantes. Para ela, ficou claro que a motivação para sua deportação foi transfóbica.
“Toda travesti sabe quando está sendo discriminada por causa da sua condição. Desde que entrei na sala [para pessoas barradas na entrada] eu sabia que seria deportada por ser travesti. E não deu outra”, afirma.
Ela conta que estava com passaporte válido, visto eletrônico, cartão migratório e as reservas das passagens de ida e volta, mas os agentes colocaram dificuldades, pedindo que ela mostrasse a passagem de volta impressa, por exemplo. “Eu expliquei que voltaria dentro de seis dias e que só poderia fazer o check-in 48 horas antes, por isso não tinha o bilhete impresso. Mostrei o print com as reservas de todos os trechos, mas minhas explicações não tiveram êxito”, diz.

Daniel Silveira se nega a colocar a tornozeleira eletrônica!

O deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) se recusou nesta quarta-feira (4) a receber a notificação da nova ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para que se apresente em 24 horas para colocar uma nova tornozeleira eletrônica.
A informação foi enviada ao Supremo pelo oficial de Justiça encarregado de fazer a notificação.
Segundo o oficial, ele abordou Daniel Silveira na Câmara dos Deputados, mas o parlamentar se recusou a assinar o mandado informando que não tem que usar tornozeleira eletrônica por ter recebido o perdão de pena do presidente Jair Bolsonaro.
Em abril, o STF condenou Daniel Silveira a 8 anos e 9 meses de prisão, à perda do mandato e à perda dos direitos políticos. O deputado bolsonarista foi julgado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do Supremo e a instituições como o próprio STF.
Um dia após o julgamento, o presidente Jair Bolsonaro editou um decreto no qual perdoou a pena imposta a Daniel Silveira. Partidos políticos já acionaram o STF a fim de derrubar o decreto. A relatora do caso é a ministra Rosa Weber.

Conheça quem está por trás da capa de Lula na TIME

O Brasil acordou com a novidade de um dos maiores ladrões da história do Brasil, o Lula, sendo capa da revista Time. Mas afinal quem está por trás dessa capa?

Quem é Ciara Nugent?

Ciara Nugent nasceu em Londres em 1985 e sempre atuou como modelo em todo Reino Unido. No mundo da moda sempre colecionou polêmicas e comportamentos violentos com fotógrafos e outras modelos.

Sua fama de violenta no mundo fashion a fez ser escolhida para defender pautas feministas se transformando em uma militante com viés progressista.


Em 2012 tentou carreira artística e atuou no filme THE MOMENT, que foi um fracasso de bilheteria e a fez cair no álcool. Em 2018 após fracassar como modelo, fracassar como atriz, ela apostou todas suas fichas no jornalismo militante e foi ser repórter no THE INDEPENDENTE JORNAL, cobrindo moda e pautas feministas, e em março de 2022 passou a trabalhar na TIME.

Felipe Neto e C&A

Obviamente Ciara Nugent não sabe nada de Brasil, e para saber o que se passa no Brasil ela procurou se informar. E com quem ela se informou? Ela escolheu para falar sobre o Brasil, o YouTuber Felipe Neto, o líder das invasões do MST Guilherme Boulos, Douglas Belchior professor de história e segundo ele “filho de exu”

A capa da TIME

A revista TIME faz parte de uma das agraciadas pelos recursos da OPEN SOCIETY FUNDATIONS , do bilionários George Soros. E faz parte do setor progressista a elevação da esquerda na América Latina, e a eleição de Lula faz parte desse projeto internacional.

A mentira

A entrevista foi feita com Lula baseada nos depoimentos de Felipe Neto, Guilherme Boulos e o filho de Exu Belchior. A capa já da ideia do tamanho da mentira ao afirmar que Lula é um político brasileiro exilado e perseguido, não falando nada de seus crimes e suas condenações.

Ana Maria Braga se engasga, passa mal e é socorrida AO VIVO, assistam:

Ana Maria Braga deu um susto nos telespectadores do Mais você, da TV Globo, na manhã desta quarta-feira (04/05).


Ao servir o pedaço para o Louro Mané, filho de Louro José, a artista engatou uma crise de tosse. “Engasga, não, Ana Maria!”, exclamou o mascote. “São Braz! Olha para o céu, traz aguinha para ela, gente. Às vezes, entra pelo lado errado mesmo”, pediu o papagaio.

Ana Maria foi até a bancada e pegou um copo de água, mas não parou de tossir. Vendo o estado da comunicadora, a repórter Juliana Massaoka foi quem falou a mensagem final da atração.

“Vamos para o intervalo. Não? Não vamos para o intervalo (risos). Vamos encerrar com esse bolo maravilhoso. Fique agora com o Encontro e vamos ler a mensagem de sabedoria: Cair em si, é única queda que te põe para cima”, declarou Juliana encerrado às pressas o programa, faltando três minutos para o início do Encontro com Fátima Bernardes.


Ana até tentou se desculpar pelo o episódio, mas, ainda entalada, não foi possível ouvir sua voz. Já ao fim, ela brincou levantando os braços para o céu, dando a entender que iria chamar São Brás, o santo protetor para os males de garganta e proteção em caso do engasgo.

Já no Encontro, Fátima Bernandes atualizou o estado da veterana e tranquilizou o público. Durante o quadro Bem-estar, Michelle Loreto afirmou que ela foi atendida pela junta médica da emissora. “Tá tudo bem. Ela foi para o camarim, foi atendida e ficou novinha em folha. Ana Maria é forte, né?, destacou a jornalista.

FOGO NO PARQUINHO- Carlos Eduardo é confirmado e Rafael Motta parte pra briga!

“O candidato de Lula no Rio Grande do Norte será o candidato que estará no palanque da governadora, ou seja, Carlos Eduardo, do PDT”. A declaração foi feita pelo secretário-chefe do Gabinete Civil da governadora, Raimundo, em entrevista ao Agora RN.
De acordo com Raimundo Alves, a chapa que disputará as eleições majoritárias foi objeto de conversas e acerto com o pré-candidato do PT às eleições presidenciais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Sobre a possibilidade de o deputado federal Rafael Motta, presidente estadual do PSB, procurar a governadora para discutir uma nova pré-candidatura ao Senado, Raimundo Alves foi taxativo: “Isso nunca foi tratado e, agora, a vaga para o Senado, na chapa da governadora, não está mais em discussão”. Via BG

Do NNF

Rafael Motta ja declarou que caso ela insista em Carlos Eduardo como candidato ao senado, ele e o PSB não vão apoiar. Ou seja…a briga está apenas começando.

Kajuru vira réu em seis processos no STF, será o próximo?

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (3), por três votos a dois, abrir seis ações penais contra o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) por injúria e difamação.
Os processos envolvem ataques e ofensas de Kajuru em redes sociais contra o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e o ex-deputado Alexandre Baldy.




A decisão dos ministros reforça o entendimento de que parlamentares podem ser responsabilizados por manifestações em redes sociais caso sejam consideradas ofensivas à honra, divulgação de informações falsas, discursos de ódio e até mesmo incitação a crimes.



Pela Constituição, deputados e senadores têm a chamada imunidade parlamentar, ou seja, não podem ser responsabilizados na Justiça, em ações cíveis e penais, por suas opiniões, palavras e votos, desde que relacionadas com sua atuação no Congresso. A medida é uma garantia ao exercício do mandato, mas não é um direito absoluto.




A Segunda Turma analisou seis acusações contra Kajuru e decidiu abrir a ação penal. O mérito desse processo ainda será julgado – o senador pode ser condenado ou inocentado pelas postagens com supostos ataques.




Segundo os recursos julgados nesta terça, Kajuru se referiu em redes sociais ao senador Vanderlan Cardoso como “pateta bilionário”, “inútil”, “idiota incompetente”, “pateta desprezível chumbrega” – e o acusou de usar o mandato para fazer “negócio”.



Já o ex-deputado Alexandre Baldy foi chamado de “vigarista”, “lixo não reciclável” e acusado de comandar um esquema de irregularidade em Detrans.




“A decisão do STF deixa claro que, no caso concreto, houve graves ofensas por parte de Jorge Kajuru contra Alexandre Baldy, que nada condizem com o que se espera de um senador. Foram ataques vazios e de má fé, que configuram crime contra a honra”, afirmaram em nota os advogados de Baldy, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso.




Em nota (íntegra abaixo), Kajuru disse que recorrerá da decisão “por entender que ela é absolutamente injusta, contrária à consolidada jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal” e que a decisão do tribunal é uma “oportunidade de retaliação e exercício de vingança” dos ministros após o senador ter pedido uma CPI para investigar o STF.



Em 2019, o relator dos processos, o então ministro Celso de Mello arquivou os casos porque considerou que as manifestações têm relação com a ação parlamentar, independentemente dos locais onde foram realizadas – neste caso, em redes sociais.
As defesas dos parlamentares alvos das ofensas recorreram, pedindo para manter as ações.




O julgamento na Segunda Turma começou em outubro de 2020, com o voto de Mello para manter o arquivamento. Na ocasião, o ministro Gilmar Mendes pediu vista.




Agora, os ministros consideraram que a imunidade parlamentar não é absoluta. Prevaleceu o voto do ministro Gilmar Mendes.
Segundo o ministro, “a liberdade de expressão está protegida enquanto se assumir como veículo da vontade funcional. trata-se de ampla prerrogativa a favor das casas, mas que recomenda certo limites para que não transborde em privilégio ou resulte em impunidade”.




Gilmar Mendes ressaltou que as imunidades não são privilégio do deputado e sanador, mas atributos inerentes do cargo legislativo. “Embora garanta ampla liberdade [de expressão], no caso de abuso e usos fraudulentos, criminosos ou para incitar prática de delitos pode-se concluir pela não incidência da imunidade”, afirmou o ministro.





O voto do ministro foi seguido por Edson Fachin e Ricardo Lewandowski. Para Lewandowski, a imunidade parlamentar nunca foi estática. “A liberdade não é absoluta. Sempre que houver abuso, é dever do Judiciario proteger de excessos”.
O ministro André Mendonça divergiu dos colegas. Para o ministro, a conduta de Kajuru estava abarcada pela imunidade e a conduta deveria ser analisada pelo Conselho de Ética do Senado.






“Reconheço a imunidade – ainda que reconheça os exageros e que a conduta mereça ser avaliada pelos senadores, no âmbito da Comissão de Ética”.

Mendonça citou seu voto no julgamento do STF que condenou o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão por ataques à democracia e ameaças ao Supremo e seus ministros. Ele afirmou que três falas de Silveira não estavam abarcadas pela imunidade parlamentar.
“Eu não fiz uma exceção a imunidade parlamentar. O que eu fiz consignar é que falas específicas dele [Silveira] não tinham relação com imunidade parlamentar”.




Em manifestações recentes, os ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso – que não compõem a Segunda Turma – também se manifestaram para dizer, de forma geral, que a liberdade de expressão no país não é absoluta.
Kajuru foi a favor da prisão de Daniel Silveira e agora pode ser preso pelo mesmo motivo, emitir opinião sobre o STF.

Daniela Mercury mentiu, ela recebeu 100 mil de dinheiro público para gritar “Lula”

Após dizer que fazia shows a favor de Lula de graça, a cantora foi desmentida, recebeu 100 mil pelo show pago pela prefeitura de São Paulo!

Mentirosa

Parece mentira, mas não é. O Diário Oficial da Prefeitura de São Paulo, desta terça-feira (3), comprovou que a gestão municipal pagou a “bagatela” de R$ 100 mil para a cantora baiana Daniela Mercury se apresentar no comício do pré-candidato à presidência do Brasil, Lula (PT).

O show ocorreu no último domingo (1º), feriado do Dia do Trabalho, na capital paulista e não teve muita adesão do público. É que, distante dali, havia uma mega manifestação em favor do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que ocupou toda a avenida paulista e transversais.

A advogada Flávia Ferronato compartilhou nas redes sociais parte do Diário Oficial e comprovou que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) pagou não só pelo show da artista como por todos os outros idealizados por centrais sindicais.

– Não foi só o show da Daniela Mercury que foi pago com o dinheiro da prefeitura de São Paulo. Todos os hows promovidos pelas Centrais Sindicais no Pacaembu, com exceção da Leci brandão, foram pagos com dinheiro do povo de São Paulo – denunciou a influencer.

Quem também comentou o caso no Twitter foi a deputada estadual Janaína Paschoal. Na web, ela perguntou:

– Como reagiriam as instituições, se a Prefeitura de São Paulo tivesse contratado uma artista para cantar no caminhão dos atos pró-liberdade, identificados com Bolsonaro, na Avenida Paulista? Seja sob o ponto de vista da legislação eleitoral, seja sob o aspecto administrativo… – questionou.

Ação em favor do povo está perto do fim!

Ação sobre cobrança abusiva em contas de água está parada na Justiça
Tema complexo e de grande impacto social, a ação que trata das cobranças abusivas em contas de água da população mais pobre tem espantado juízes.



As negativas dos magistrados em julgar o processo fez com que o caso fosse enviado para o Tribunal de Justiça, que terá de determinar quem será o responsável pelo julgamento em primeira instância.




O caso específico está na Justiça da Paraíba, mas faz parte de um trabalho nacional desenvolvido pelo Instituto Mais Cidades, que tem sede em Natal e foi fundado pelo advogado Alexandre Teixeira.




Entre outras ações, o Instituto está ingressando com ações contra companhias de saneamento para garantir a tarifa social da água para pessoas que devido à condição financeira recebem o Auxílio Brasil.




“Começamos com uma ação aqui no Rio Grande do Norte. Cerca de 430 mil pessoas deveriam ter o benefício da tarifa social. O problema é que as companhias inventaram tantos critérios que a população pobre, que tem o direito, simplesmente não consegue obtê-lo.




Há uma cobrança abusiva por parte das empresas”, explicou Teixeira.
Enquanto a ação da Paraíba está parada, a do Rio Grande do Norte está próxima de uma definição.




A expectativa é que ainda nesta semana a Justiça decida o processo e determine se a população pobre terá direito ao benefício com base em sua renda (estar inscrito no Auxílio Brasil). Ou então, se manterá a atual situação, em que a tarifa social não existe na prática, mas serve para embelezar a propaganda das empresas de água.
Rolar para cima