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STF não vai aceitar impeachment de ministro, diz Gilmar Mendes

Ministro participou ato pela soberania e contra a anistia em São Paulo

15/09/25 às 19:21 | Atualizado 15/09/25 às 19:26

O ministro do STF Gilmar Mendes
Gilmar Mendes, ministro do STF  • 05/12/2024 – Antonio Augusto/STF

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Quatro dias depois do julgamento do núcleo 1 da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal) que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, o ministro Gilmar Mendes apareceu de surpresa nesta segunda-feira (15) em um ato em defesa da soberania e contra a anistia realizado em São Paulo.

Um dos objetivos dos motivos do ato, que contou com a presença de representantes de 11 partidos, foi deflagrar um movimento para contrapor o avanço de candidaturas bolsonaristas ao Senado, dentro de uma estratégia desse grupo político de articular impeachments de ministros do STF.

“Não espero que o Senado venha a agir para buscar vindita em relação ao STF. Impeachment deve ser um processo regular. Se for por conta de voto de ministro, seria irregular. O STF não vai aceitar”, disse Gilmar Mendes.

O decano da Corte defendeu o movimento pela soberania, organizado pelo grupo Fórum Direitos Já.

“É fundamental que se faça esse movimento em defesa da democracia e da soberania nacional. Nós vimos o quão ameaçada ela ficou nesse contexto, no qual exigiram que se interrompesse um julgamento em nome de interesses políticos estranhos”, afirmou o ministro.

Gilmar Mendes afirmou que seria um “absurdo” que, numa pauta de negociação comercial, o Brasil, por exemplo, exigisse que os Estados Unidos revelassem os “Epstein files”.

Questionado pela CNN sobre o simbolismo da presença dele no plenário da Primeria Turma do STF no julgamento da trama golpista, o ministro afirmou que o Tribunal está unido.

“Pode-se entender de várias maneiras, mas o fundamental é perceber que estamos unidos na defesa da democracia.”

Ex-delegado geral da Polícia Civil é morto em Praia Grande, litoral de SP

Ruy Ferraz Fontes foi baleado; ele atuava na Secretaria de Administração da prefeitura local

15/09/25 às 19:26 | Atualizado 15/09/25 às 19:28

Ruy Ferraz Fontes, de 62 anos  • Reprodução

O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi assassinado nesta segunda-feira (15) em Praia Grande, no litoral paulista.

Segundo informações da corporação, ele foi baleado e não resistiu aos ferimentos. O atual delegado-geral, Artur Dian, confirmou o crime e se deslocou para o município.

Ruy Ferraz Fontes ocupava atualmente o cargo de secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do assassinato.

César Maia nega ter sido procurado por Kátia Pires para tramar cassação de Nilda em Parnamirim


No mês passado, Nilda e Kátia romperam politicamente após vir à tona a revelação de que a vice estaria supostamente articulando a cassação da prefeita. Segundo os relatos, Kátia teria procurado vereadores para buscar apoio para que uma denúncia contra a gestão municipal avançasse na Câmara. Com o rompimento, Nilda exonerou Carol Pires e Fábio Falcão, filha e marido de Kátia, das duas secretarias que eles ocupavam. Outros cargos ligados ao grupo da vice-prefeita foram eliminados da gestão.
O presidente da Câmara fez questão de reforçar que não manteve contato sobre o tema. “Eu não tive nenhum contato com a vice-prefeita Kátia Pires. É até importante falar isso, sobre esse processo. Nossa relação é a nível institucional. Tenho amizade, tenho uma boa conversa com Kátia Pires, respeito a pessoa dela, inclusive a sua história política, mas não conversamos sobre isso”, declarou.
Denúncia arquivada
César Maia também comentou sobre a denúncia que estaria no centro da discussão sobre a possível cassação. Ele disse que o documento foi protocolado na Câmara por um cidadão comum. O vereador explicou que o processo foi analisado, mas acabou arquivado por falta de requisitos formais.
“Foi protocolado na Câmara Municipal um processo que tramitou dentro da Câmara, e a gente não pautou porque o Regimento Interno manda que, para pautar um processo desse, a gente precisa cumprir alguns requisitos. Como não cumpria esses requisitos, a gente precisou arquivar”, disse César Maia.
Ele lembrou que Kátia foi vereadora e conhece o Regimento Interno. Por isso, segundo ele, não faria sentido a vice-prefeita procurá-lo para tratar da cassação porque ela saberia que a denúncia não teria como seguir adiante. “Se fosse o caso (de ela ter procurado), Kátia foi vereadora por cinco mandatos. Ela é detentora do conhecimento do Regimento Interno da Câmara Municipal”, declarou César Maia.

“Eu quero deixar claro a todos, sem rodeios, não articulei, não autorizei e jamais compactuei com qualquer tratativa de articulação para dar prosseguimento a processo contra a prefeita Nilda, mas fui consultado em um café da manhã, inclusive na presença de um parlamentar desta Casa Legislativa, na Casa da vice-prefeita, fui consultado, se caso chegasse um processo desse na Câmara Municipal, como o presidente da Casa ia conduzir esse processo. César Maia não tramou contra a prefeita, mas houve sim a trama”, disse.

Sobre seu procedimento, ele contou ainda que pautaria a solicitação caso existissem elementos que justificassem uma cassação. “A minha resposta, tendo como testemunho um parlamentar desta Câmara Municipal, foi: será tratado e terá o seguimento que o regimento interno da Câmara Municipal manda. Será pautado, se tiver materialidade, será pautado nas comissões, se de fato tiver material suficiente para isso”. 

Procurada pela reportagem da 98 FM Natal, a vice-prefeita afirmou que irá se manifestar oficialmente em breve sobre o caso. VIA 98 FM

Mendonça: Obrigar ida à CPMI do INSS equivale à condução coercitiva ilegal

Ministro facultou ao “Careca do INSS” a decisão de comparecer à comissão na segunda-feira

13/09/25 às 21:24 | Atualizado 13/09/25 às 21:24

Ministro André Mendonça na sessão plenária do STF
Ministro André Mendonça na sessão plenária do STF  • 02/05/2024 – Rosinei Coutinho/SCO/STF

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Ao facultar ao empresário “Careca do INSS” a decisão de comparecer à CPMI, o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que a obrigatoriedade equivaleria à condução coercitiva, prática considerada ilegal desde 2018.

Mendonça levantou o sigilo da decisão que desobrigou os empresários Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e Maurício Camisotti, presos na sexta-feira, de comparecerem à comissão na próxima semana. A CPMI anunciou que vai recorrer.

O ministro autorizou que a PF (Polícia Federal) os apresente à comissão, mas observou que a ida não é compulsória. “A não obrigatoriedade de participar do ato decorre do direito à não incriminação e do princípio da dignidade humana”, escreveu.

Mendonça disse que as defesas dos investigados devem formalizar nos autos, com certa antecedência, suas objeções quanto à convocação pela CPMI, “de modo a evitar deslocamentos desnecessários dos custodiados”.

Na decisão, o ministro diz que compreende a relevância dos depoimentos para a CPMI e que a comissão tem “importância superlativa” na apuração das fraudes envolvendo descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas.

Contudo, diz que a jurisprudência do Supremo é firme no sentido de que “o direito de um investigado à não autoincriminação abrange a faculdade de comparecer ou não ao ato, entendendo que inexiste obrigatoriedade ou sanção pelo não comparecimento”.

O próprio ministro tem adotado esse entendimento em diversos casos envolvendo convocação de investigados por outras comissões, como a das “bets” e a da Covid-19. Ele afirma que isso não significa violação à separação dos poderes.

A CPMI havia enviado ao Supremo um pedido para que as oitivas dos dois empresários, previstas para esta segunda e quinta-feiras, fossem mantidas. O presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), disse que não concordou com a decisão de Mendonça.

Ele disse que acionou a Advocacia do Senado e vai ajuizar um mandado de segurança para tentar reverter a decisão. “Entendemos que é fundamental a presença dos dois indiciados, dos dois investigados, porque já estavam comprometidos a comparecer”, declarou.

Tanto Camisotti quanto o “Careca do INSS” foram alvos de requerimentos de convocação aprovados pela CPMI – o que, em tese, tornaria compulsórias as suas presenças, ainda que garantido o exercício do direito ao silêncio.

Porém, no STF, pelos mesmos motivos elencados por Mendonça, a avaliação é de que essa obrigatoriedade não existe nem para depoimentos à Justiça – portanto, o entendimento não seria diferente em relação à CPMI.

O “Careca do INSS” é apontado como um intermediário das associações que perpetravam as fraudes nos descontos dos aposentados, enquanto Camisotti é suspeito de ser um dos beneficiários finais do esquema. Ambos negam ilegalidades.

As prisões preventivas dos empresários ocorreu na sexta-feira, em mais uma fase da Operação Sem Desconto, autorizada por Mendonça, relator do caso no STF. O “Careca do INSS” foi preso em Brasília e Camisotti, em São Paulo.

Campanha “Cidadão Sangue Bom” recebe quase 100 doações de sangue

Nesta sexta-feira (12) ocorreu, na Câmara Municipal de Parnamirim, a campanha “Cidadão Sangue Bom”. Em parceria com o Hemocentro do Rio Grande do Norte (Hemonorte), a Casa Legislativa abriu suas portas para que parnamirinenses pudessem fazer este ato cívico e humanitário de doação de sangue. Ao todo 126 pessoas participaram da captação, dos quais 94 foram considerados aptos à doação de sangue. Também alguns vereadores, inclusive o vereador Thiago Fernandes, fizeram sua contribuição para ajudar a salvar vidas.

O presidente da Casa, vereador Dr. César Maia, ressaltou o papel da Câmara em promover uma ação com tamanha relevância: “A Câmara Municipal de Parnamirim busca inovar mais uma vez, trazendo o Hemonorte até o nosso município com toda a estrutura física e logística, para reforçar o apoio nesse momento importante,  no qual o estoque de bolsas de sangue está em estado crítico”, afirmou. 

A diretora do Departamento de Apoio Técnico (DAT) do Hemonorte, Miriam Mafra, elogiou a campanha de divulgação da Câmara, já que “foi uma surpresa, pois esperávamos apenas umas 60 pessoas e tivemos mais do dobro” de voluntários. “Além disso, essa boa resposta da população, mostra o grau de esclarecimento dos que vieram”, completou ela ao comentar sobre o baixo índice de voluntários inaptos. E foram apenas duas desistências.

A ação ocorreu das 08:30h às 17h, envolveu 15 profissionais do Hemonorte, e teve como público alvo tanto os servidores da Câmara Municipal de Parnamirim bem como todos os parnamirinenses, reforçando a importância da doação de sangue como ato de cidadania e cuidado coletivo. A iniciativa buscou ampliar o número de doadores voluntários, garantindo o abastecimento dos bancos de sangue e ajudando pacientes que necessitam de transfusões regularmente.

EXAMES DE SANGUE
Todos cidadãos que doaram sangue terão acesso ao resultado dos exames que serão realizados em até 10 dias úteis, diretamente no Hemonorte.

QUEM QUISER DOAR
Para quem não veio à Câmara hoje, mas tiver o desejo cívico e humanitário de doar, poderão dirigir-se à sede do Hemonorte, na Av. Alte. Alexandrino de Alencar, 1.800, Tirol, em Natal, de segunda a sábado, das 7h às 18h; ou no Partage Shopping, na Zona Norte, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Para mais informações, acesse o site do Hemonorte: http://www.hemonorte.rn.gov.br/

FOTOS
A galeria de fotos da Campanha “Cidadão Sangue Bom” está disponível no link https://camaraparnamirim.rn.gov.br/galerias/220

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