GRUPO reviver começa campanha para o OUTUBRO ROSA

Outubro Rosa 2025
Adquira já a sua!
Pontos de venda: @mulher_rendeira @lojavailaearrasa


/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/I/J/AkwjAaQjGsEzvjl0GVzA/101853029-mariz-brasilia-25-01-2023-supremo-tribunal-federal-lavagem-estatua-justica-stf-m.jpg)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira que a cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, continue cumprindo em prisão domiciliar a pena de 14 anos a que foi condenada pelos atos de 8 de janeiro. A decisão ocorre após o trânsito em julgado do acórdão que a condenou, no fim de agosto.
A mulher havia sido condenada pela Primeira Turma do Supremo pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Além da pena de reclusão e detenção, ela também foi condenada ao pagamento solidário de R$ 30 milhões por danos morais coletivos.
Segundo a decisão, embora a execução da pena deva começar em regime fechado, Moraes autorizou a manutenção da prisão domiciliar aplicada em março, quando substituiu a preventiva. A medida está condicionada ao uso de tornozeleira eletrônica e a restrições como proibição de uso de redes sociais, de contato com outros investigados e de conceder entrevistas.
Desde a condenação, a defesa tentou reverter a decisão com recursos. Em maio, apresentou embargos de declaração, rejeitados à unanimidade pelos ministros. Na sequência, em julho, apresentou embargos infringentes, que foram negados em agosto. Com o esgotamento das possibilidades de recurso, o caso chegou ao trânsito em julgado no fim daquele mês.
Débora foi flagrada depredando a escultura “A Justiça”, de Alfredo Ceschiatti, instalada em frente ao Supremo, onde escreveu a frase “Perdeu, Mané”. O laudo pericial e a própria confissão da acusada foram usados como prova no julgamento.
O caso seguirá agora para execução penal, que ficará sob responsabilidade da Vara de Execuções Penais de Paulínia, no interior de São Paulo, sua cidade de residência.

15/09/25 às 19:21 | Atualizado 15/09/25 às 19:26

ouvir notícia
0:00 1.0x
Quatro dias depois do julgamento do núcleo 1 da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal) que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, o ministro Gilmar Mendes apareceu de surpresa nesta segunda-feira (15) em um ato em defesa da soberania e contra a anistia realizado em São Paulo.
Um dos objetivos dos motivos do ato, que contou com a presença de representantes de 11 partidos, foi deflagrar um movimento para contrapor o avanço de candidaturas bolsonaristas ao Senado, dentro de uma estratégia desse grupo político de articular impeachments de ministros do STF.
“Não espero que o Senado venha a agir para buscar vindita em relação ao STF. Impeachment deve ser um processo regular. Se for por conta de voto de ministro, seria irregular. O STF não vai aceitar”, disse Gilmar Mendes.
O decano da Corte defendeu o movimento pela soberania, organizado pelo grupo Fórum Direitos Já.
“É fundamental que se faça esse movimento em defesa da democracia e da soberania nacional. Nós vimos o quão ameaçada ela ficou nesse contexto, no qual exigiram que se interrompesse um julgamento em nome de interesses políticos estranhos”, afirmou o ministro.
Gilmar Mendes afirmou que seria um “absurdo” que, numa pauta de negociação comercial, o Brasil, por exemplo, exigisse que os Estados Unidos revelassem os “Epstein files”.
Questionado pela CNN sobre o simbolismo da presença dele no plenário da Primeria Turma do STF no julgamento da trama golpista, o ministro afirmou que o Tribunal está unido.
“Pode-se entender de várias maneiras, mas o fundamental é perceber que estamos unidos na defesa da democracia.”
15/09/25 às 19:26 | Atualizado 15/09/25 às 19:28

O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi assassinado nesta segunda-feira (15) em Praia Grande, no litoral paulista.
Segundo informações da corporação, ele foi baleado e não resistiu aos ferimentos. O atual delegado-geral, Artur Dian, confirmou o crime e se deslocou para o município.
Ruy Ferraz Fontes ocupava atualmente o cargo de secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do assassinato.


“Eu quero deixar claro a todos, sem rodeios, não articulei, não autorizei e jamais compactuei com qualquer tratativa de articulação para dar prosseguimento a processo contra a prefeita Nilda, mas fui consultado em um café da manhã, inclusive na presença de um parlamentar desta Casa Legislativa, na Casa da vice-prefeita, fui consultado, se caso chegasse um processo desse na Câmara Municipal, como o presidente da Casa ia conduzir esse processo. César Maia não tramou contra a prefeita, mas houve sim a trama”, disse.
Sobre seu procedimento, ele contou ainda que pautaria a solicitação caso existissem elementos que justificassem uma cassação. “A minha resposta, tendo como testemunho um parlamentar desta Câmara Municipal, foi: será tratado e terá o seguimento que o regimento interno da Câmara Municipal manda. Será pautado, se tiver materialidade, será pautado nas comissões, se de fato tiver material suficiente para isso”.
Procurada pela reportagem da 98 FM Natal, a vice-prefeita afirmou que irá se manifestar oficialmente em breve sobre o caso. VIA 98 FM