Kenneth Smith, de 58 anos, será executado no dia 25 de janeiro por meio de um método inédito nos EUA: asfixia por gás de nitrogênio. Isso ocorre após ele ter sobrevivido a uma aplicação de injeção letal. A ONG Equal Justice Initiative classifica o caso como “tortura”. O homem foi condenado à morte por ter assassinado uma mulher, em 1998, a mando do marido dela, que era pastor e se suicidou após o ocorrido. No dia 17 de novembro de 2022, Kenneth foi amarrado em uma macaca, onde ficou por algumas horas enquanto os policiais procuravam uma veia boa o suficiente para aplicar o veneno, mas não obtiveram sucesso. Para a Justiça, a defesa do condenado afirmou que ele sentiu dor física e psicológica e desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático. Mesmo assim, no dia 10 de janeiro, o juiz R. Austin Huffaker Jr, do Alabama, proferiu a nova data de execução após negar um recurso apresentado pela defesa de Kenneth para que ele não fosse morto. A defesa argumentou que o condenado está sendo submetido como “cobaia” a um método novo e experimental de execução. O que é asfixia por gás de nitrogênio? A asfixia por gás de nitrogênio consiste em prender o condenado à maca na câmara de execução. Nesse momento, ele é forçado a respirar nitrogênio puro, privando-o assim do oxigênio necessário para manter as funções corporais.
Uma mulher acabou sendo vítima fatal do ex-marido na frente dos filhos na última segunda-feira (31/10). O suspeito foi identificado como Jaminus Quedaros de Aquino e encontra-se foragido da polícia no momento. – CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE –
O crime aconteceu em Curitiba, no Paraná e as autoridades estão investigando o caso. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) publicou, na última terça-feira (01/11), imagens do suspeito para que quem tenha informações sobre seu paradeiro possa denunciá-lo. Mandado de prisão é expedido pela Justiça contra o suspeito O carro de Jaminus foi encontrado pela polícia logo após o assassinato. Conforme o que informaram as autoridades, o suspeito descumpriu medidas protetivas e um mandado de prisão foi expedido. O homem trabalha como advogado e se aposentou da carreira de policial. Jaminus reside em Prudentópolis, na região central do Paraná. Ainda segundo as informações repassadas, Suellen Helena Rodrigues, de 29 anos e mãe dos filhos do suspeito, adentrou a residência onde vivia quando o pai das crianças atirou após dar início a uma briga.
Um homem tentou matar o namorado da ex-companheira a tiros, mas foi desarmado e apanhou da vítima. O caso aconteceu em Guarujá, no litoral de São Paulo, e teria sido motivado por ciúmes. Ninguém foi preso. De acordo com o boletim de ocorrência, registrado na Delegacia Sede do município, a vítima levou um tiro de raspão na testa e outro no ombro. O criminoso conseguiu fugir. A vítima, um rapaz de 24 anos, estava trabalhando em uma oficina no bairro Cidade Atlântica, na tarde da última quinta-feira (14), quando foi surpreendida pelo ex-companheiro, que, segundo a polícia, invadiu o local atirando. O criminoso teria disparado quatro vezes até a arma “falhar”, momento em que a vítima, que estava escondida nos fundos da oficina, entrou em luta corporal com o atirador. O proprietário do estabelecimento se envolveu na briga para ajudar o funcionário. Ambos imobilizaram e desarmaram o atirador, que conseguiu se soltar e fugir. g1Homem tenta matar namorado da ex
Morreu, no hospital, a mulher que foi baleada pelo marido em São Bento, no Sertão da Paraíba. O crime aconteceu às 10h da manhã desta quinta-feira (2) quando o homem atacou não somente a esposa, mas também os pais dela, que morreram no local do atentado.
O marido foi preso quando tentava fugir da cidade. Ele foi levado para a delegacia de São Bento, juntamente com a arma que teria sido usada no crime. Segundo informações repassadas pelos policiais militares que atuam em São Bento, o acusado chegou em casa armado, atirou contra a esposa, depois atirou na sogra e, quando estava saindo da residência, encontrou o sogro e o baleou. Os sogros morreram no local e a esposa foi socorrida para o hospital da cidade, onde não resistiu aos ferimentos e morreu. Thalita Vieira da Silva tinha 26 anos. A mãe dela foi identificada como Rita Vieira Dantas, de 43 anos. O pai, Carlos Jaime Pedro da Silva tinha 50 anos. O atentado foi registrado no bairro Belarmino Lúcio, em São Bento. De acordo com informações repassadas ao ClickPB pelo delegado Anderson Fontes, da Polícia Civil da Paraíba, o acusado havia comentado sobre a vontade de procurar um psicólogo, pois estaria escutando vozes e estaria agressivo em casa, ultimamente, segundo testemunhas relataram ao delegado. Amigos mais próximos da vítima sempre ouvia ele reclamar dela “por ela querer mostrar que era bonita”