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Antes da determinação, que ocorreu na sexta-feira (18), Bolsonaro tinha 1.085.114 inscritos no canal. No início da tarde deste domingo (20), o número de seguidores chegou a 1.232.900. Na plataforma, o atual chefe do Executivo tem influência muito superior à dos prováveis concorrentes dele na corrida para presidente nas eleições deste ano.
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O total de seguidores de Bolsonaro é maior que o de outros candidatos somados. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, tem 51,8 mil inscritos; Ciro Gomes (PDT), 19,7 mil; e Sergio Moro (Podemos), 5.8 mil.
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A decisão de Moraes atende a pedido da Polícia Federal. A corporação afirma que o Telegram está sendo usado para o cometimento de crimes de pedofilia, tráfico de drogas e de armas, entre outros delitos. A PF afirma que a empresa não tem colaborado com o cumprimento de ordens judiciais.
