
Segundo a coluna Radar Econômico, da Veja, no caso da Ambev a dívida seria com impostos federais, estaduais e municipais, enquanto o caso das Americanas envolve dívida bilionária com bancos. Um estudo contratado pela CervBrasil indicou um rombo estimado em R$ 30 bilhões em manobras tributárias.
A Associação se baseia em um estudo feito pela consultoria AC Lacerda. “Bilhões e bilhões de ilícitos tributários cometidos pelos fabricantes de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus”, disse o diretor-geral da CervBrasil, Paulo Petroni.
Ainda de acordo com a publicação, a CervBrasil acusa a Ambev de inflacionar o preço de componentes necessários à produção do refrigerante e que são passíveis de isenção e geração de créditos fiscais na Zona Franca de Manaus. Com isso, a empresa acumula, irregularmente, mais créditos tributários do que teria direito.
