
Lula deu o pontapé inicial em sua agenda internacional com uma passagem pela Argentina, onde se encontrou com o presidente Alberto Fernández e participou da cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), antes de fazer uma escala em Montevidéu na volta. No mês seguinte, embarcou para três dias em Washington, com compromissos que incluíram um encontro com o presidente Joe Biden.
Ele deveria ter ido em março para a China, viagem que ocorreu entre os dias 11 e 16 deste mês devido a uma leve pneumonia. Em Pequim e Xangai, assinou 15 acordos e deu declarações vistas como antagônicas a Washington em um momento de forte rivalidade sino-americanas. Na volta, durante uma passagem por Abu Dhabi, o petista foi alvo de críticas americanas e europeias após equiparar as responsabilidades de Moscou e Kiev na invasão russa da Ucrânia.
Como Lula, Bolsonaro também fez quatro viagens internacionais no mesmo período, mas diferentemente do petista não aglutinou destinos: ficou 12 dias fora do país somando suas passagens por Suíça, EUA, Chile e Israel. O tempo no exterior foi o mesmo de Dilma Rousseff durante os 120 dias iniciais de seu primeiro mandato, segundo a biblioteca da Presidência da República. No começo de sua primeira passagem pelo Planalto, Lula ficou oito dias longe, e Fernando Henrique Cardoso, 11 dias
