Frankenstein” recebe maior ovação no Festival de Veneza até agora
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Ana Beatriz Dias, da CNN30/08/25 às 20:51 | Atualizado 30/08/25 às 20:51

Ana Beatriz Dias, da CNN30/08/25 às 20:51 | Atualizado 30/08/25 às 20:51


Na sessão ordinária desta quinta-feira (28), a Câmara Municipal de Natal aprovou nove projetos, entre eles cinco vetos do Executivo que tiveram pareceres tanto pela derrubada quanto pela manutenção.
Entre os destaques está o Projeto de Lei nº 711/2024, de autoria do vereador Kleber Fernandes (Republicanos), que cria a Política Municipal de Prevenção e Combate à Dependência ocasionada por apostas esportivas no município. A matéria foi aprovada em segunda discussão.
Segundo o autor, o objetivo é conscientizar a população sobre os riscos da dependência gerada por jogos on-line. “As apostas têm sido uma realidade crescente no país, trazendo transtornos financeiros, patrimoniais e até psicológicos. É dever do poder público desenvolver campanhas educativas, principalmente nas escolas municipais, para orientar e acolher pessoas afetadas por esse vício”, destacou Kleber.
Também em segunda discussão, foi aprovado o Projeto de Lei nº 159/2025, do vereador Robson Carvalho (União Brasil), que trata do prazo máximo de tramitação de processos administrativos considerados prioritários no âmbito da administração pública direta e indireta do município.
Já o Projeto de Lei nº 317/2025, do vereador Tércio Tinoco (União Brasil), reconhece como de utilidade pública municipal o Grupo Natal Doações, responsável por ações solidárias em benefício da população.
Texto: Phablo Galvão
Fotos: Francisco de Assis


29/08/25 às 19:23 | Atualizado 29/08/25 às 20:04
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta-feira (29) a retirada da tornozeleira eletrônica e a liberação do salário do senador Marcos do Val (Podemos-ES).
Na decisão, o ministro também manda desbloquear as redes sociais, chaves Pix e cartões de crédito e débito do senador. No entanto, mantém a proibição de Do Val sair do país e a apreensão dos passaportes.
As alterações nas medidas cautelares foram reconsideradas pelo ministro após um pedido da presidência do Senado. Segundo a manifestação, as cautelares estariam dando a “incapacidade temporária para exercer o mandato” por Do Val.
O senador cumpre outras restrições, além de não poder sair do país, deve ficar em casa no período noturno.
A determinação do bloqueio de contas do senador ocorreu após ele ir para os Estados Unidos usando um passaporte diplomático. Ao retornar ao Brasil, o parlamentar passou a usar tornozeleira.
“De modo que o seu retorno ao Brasil, com apreensão do passaporte diplomático utilizado na viagem e vedação de se ausentar do país, indica a possibilidade de revogação dessas medidas”, justifica o ministro Alexandre de Moraes.
Em nota, a defesa de Marcos do Val informou que recebeu a decisão “com satisfação”.
“A atuação técnica e responsável da Advocacia do Senado Federal em conjunto com esta defesa foi essencial para resguardar as prerrogativas parlamentares, que jamais poderiam ter sido limitadas sem fundamento sólido”, diz trecho

29/08/25 às 15:27 | Atualizado 29/08/25 às 21:02
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A Embaixada do Brasil em Washingtoncomunicou oficialmente, nesta sexta-feira (29), oUSTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre a abertura de um processo que poderá resultar na aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra o país, em resposta à tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros.
Na noite de quinta-feira (28), o Itamaraty acionou a Camex (Câmara de Comércio Exterior) para iniciar consultas e investigações voltadas à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, após aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT).
O governo brasileiro afirma que o processo até uma eventual reação será longo. Segundo integrantes do Executivo, a notificação abre espaço para que o governo Trump se manifeste, permitindo diálogo e negociação diplomática a qualquer momento.
O Brasil tem repetido que não se recusa a negociar os termos comerciais.
“A hora que eles quiserem negociar, o Lulinha paz e amor está de volta”, disse o petista na última quinta-feira (28), durante a nomeação dos novos diretores das agências reguladoras, no Palácio do Planalto.

Por Extra — Rio de Janeiro
28/08/2025 08h44 Atualizado agora
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nullEduardo Saverin, cofundador do Facebook — Foto: Bloomberg
A lista dos dez maiores bilionários brasileiros de 2025, que reúne 300 nomes com patrimônio acima de R$ 1 bilhão, foi divulgada nesta quinta-feira (dia 27) pela Forbes Brasil. Entre eles, está Eduardo Saverin, que mantém a liderança pelo segundo ano consecutivo, enquanto Vicky Safra se mantém como a única mulher no Top 10.
A edição deste ano registrou ainda 31 estreantes, que conquistaram o status de bilionário pela primeira vez, e mostrou que mais da metade dos nomes teve aumento de patrimônio, apesar de 20,6% terem registrado queda.
A lista é elaborada a partir de várias fontes, segundo a Forbes Brasil. A mais importante são os preços das ações listadas em Bolsa, com base na cotação de fechamento de 30 de junho de 2025. Além de serem informações públicas, esses dados são oficiais e auditados, o que os torna confiáveis.
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nullEduardo Saverin, bilionário brasileiro, cofundador do Facebook — Foto: Wei Leng Tay/Bloomberg
Pelo segundo ano consecutivo, o cofundador do Facebook Eduardo Saverin lidera a lista dos brasileiros mais ricos. O empresário, nascido em São Paulo e radicado em Cingapura, acumula um patrimônio estimado em R$ 227 bilhões. O valor representa um salto de 45,5% em relação ao ano passado e foi possível graças à febre da inteligência artificial. Ele tem quase R$ 100 bilhões a mais do que a segunda colocada, Vicky Sarfati Safra e família, com R$ 120,5 bilhões.
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nullVicky Safra e a família têm um patrimônio de R$ 120,5 bilhões — Foto: Arquivo
Em segundo lugar aparece Vicky Sarfati Safra e família, com patrimônio de R$ 120,5 bilhões, 9,4% maior do que o registrado em 2024. Viúva do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em dezembro de 2020, Vicky herdou metade da fortuna e mantém participação relevante nos negócios da família. Os demais herdeiros são os filhos: Jacob, Esther, Alberto e David. No início de 2025, Jacob e David compraram a participação de Esther no banco. Alberto já havia se afastado do grupo em 2019 para fundar a gestora ASA. Vicky lidera ainda a Vicky and Joseph Safra Philanthropic Foundation, que apoia iniciativas nas áreas de saúde, educação e artes. A família continua controlando o Banco Safra, consolidando sua presença no setor financeiro.
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Jorge Paulo Lemann, cofundador da 3G Capital — Foto: Dania Maxwell/Bloomberg
Jorge Paulo Lemann perdeu 4,2% de seu patrimônio do ano passado para cá, mas ainda tem R$ 88 bilhões. Aos 85 anos, o empresário segue como acionista controlador da AB Inbev, gigante cervejeira, além de manter participações na Restaurant Brands International, dona das redes Burger King e Tim Hortons, e em outros investimentos globais. O grupo inclui ainda a São Carlos Empreendimentos, em sociedade com Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira. Em maio de 2025, a 3G Capital, grupo de investimentos do qual Lemann é sócio, adquiriu a Skechers por cerca de US$ 9,4 bilhões, seu primeiro grande negócio em três anos.
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André Esteves, presidente do Banco BTG Pactual — Foto: Bloomberg
Na quarta posição está André Esteves, com R$ 51 bilhões, um aumento expressivo de 56% em relação ao ano passado. Principal acionista do BTG Pactual, Esteves viu o banco registrar lucro líquido ajustado recorde de R$ 13,4 bilhões nos 12 meses até junho de 2025. Sua trajetória no setor financeiro começou ainda jovem, em 1989, como analista de sistemas do Banco Pactual, e quatro anos depois ele se tornou sócio do banco. Em 2005, entrou para o rol de bilionários e nunca mais saiu.
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Fernando Roberto Moreira Salles tem patrimônio de R$ 40,2 bilhões, 4,5% maior do que em 2024. Primogênito do banqueiro Walther Moreira Salles, Fernando é acionista do Itaú Unibanco por meio da Companhia E. Johnston de Participações e também participa da mineradora CBMM, líder mundial na produção de nióbio. Em 2022, ele comprou parte da participação dos irmãos Walther Júnior e João, ficando com 50% do capital da EJ, que detém cerca de 33% das ações do Itaú.
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Beto Sicupira, sócio da AB Inbev e da 3G Capital — Foto: Divulgação/Expert/XP
Logo atrás está Carlos Alberto da Veiga Sicupira, com patrimônio de R$ 39,1 bilhões, que recuou 20,8% em relação a 2024. Sócio da AB Inbev e da 3G Capital, ao lado de Jorge Paulo Lemann, Sicupira enfrentou um período desafiador, marcado pela crise da Americanas em 2023, mas conseguiu manter boa parte do patrimônio graças à participação no conglomerado cervejeiro. Após vender sua participação na Kraft Heinz, a 3G Capital manteve-se discreta até a compra da Skechers no início de 2025.
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Pedro Moreira Salles é copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco — Foto: Edilson Dantas
O sétimo lugar é ocupado por Pedro Moreira Salles, com fortuna de R$ 38 bilhões, um aumento de 5,1% em relação a 2024. Terceiro filho de Walther Moreira Salles, Pedro é copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco e, assim como os irmãos, possui participação na Companhia E. Johnston de Participações. Ele também tem ações na CBMM, em que ficou com 44% após a reestruturação familiar de 2022.
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nullMiguel Krigsner, fundador de O Boticário — Foto: Cláudio Belli/Valor
Miguel Gellert Krigsner, fundador de O Boticário, aparece em oitova luga do ranking, com patrimônio de R$ 34,2 bilhões, um crescimento de 19,2% ante 2024. Nascido em La Paz, na Bolívia, ele se mudou com a família para Curitiba aos 11 anos. Graduado em farmácia e bioquímica, Krigsner fundou em 1977 a farmácia de manipulação que se tornaria O Boticário, pioneiro em franquias de cosméticos no país. Atualmente, a rede controla marcas como Eudora, Quem Disse, Berenice?, Beauty Box, Vult e O.U.i. Em 2025, a empresa recebeu crédito de R$ 1 bilhão do BNDES para financiar sua expansão.
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O empresário Alexandre Behring da Costa — Foto: Carla Romero/Valor
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O cardiologista Jorge Neval Moll Filho — Foto: Divulgação/Rede D’Or
Por fim, o décimo lugar pertence a Jorge Neval Moll Filho, com patrimônio de R$ 30,4 bilhões, crescimento expressivo de 119,1%. Cardiologista de formação, Moll fundou a Rede D’Or em 1977, hoje o maior grupo hospitalar do Brasil, com 69 hospitais próprios e 53 clínicas oncológicas. A empresa abriu capital na B3 em 2020, movimentando R$ 11,3 bilhões. Jorge Moll continua como principal acionista e presidente do Conselho de Administração da empresa, com sua esposa e cinco filhos também participando do capital. Neste ano, surgiram rumores de uma possível parceria entre a Rede D’Or e a rede de medicina diagnóstica Fleury, mas o negócio não foi confirmado.