Na tarde desta sexta-feira (03), a sede do Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) sofreu um atentado a bomba. Felizmente, não houve vítimas. Nos últimos dias, o SAAE tem sido vítima de contínuos boicotes e ataques que prejudicaram o abastecimento de água em São Gonçalo do Amarante. •Qual o real propósito do ataque ao SAAE? Qual intenção de prejudicar a população de São Gonçalo? Estão sabotando São Gonçalo! A mando de quem? A polícia deve investigar e trabalhar para identificar os envolvidos. Quem tiver informações pode ligar 190SAAE DE SÃO GONÇALO SOFRE ATAQUE A BOMBA
AVISO: IMAGENS CHOCANTES Festival de música no dia 7 de Outubro de 2023, Policial israelense procurando sobreviventes do massacre feito pelo HAMAS, e ainda tem gente que defende esses terroristas!
Essa jovem de 20 anos fez um vídeo que teve grande repercussão nas redes sociais. Ela contou que abandonou seu novo emprego após apenas algumas horas, devido a uma condição com a qual não concordava: a exigência de trabalhar 8 horas seguidas sem pausas. Ela havia sido contratada como vendedora em uma loja em período integral, recebendo um salário mínimo. “Não era uma remuneração muito alta, mas aceitei o trabalho. Quando cheguei ao local, uma senhora me recebeu com muita simpatia e começou a me treinar, mostrando como gerir a loja e desligar o alarme”, contou a jovem. Foto: Reprodução/Redes Sociais @croissantwoman No entanto, suas responsabilidades não se limitavam apenas a essas tarefas. Ela também foi designada a operar o caixa, checar e-mails e cuidar das remessas dos produtos comprados online, entre outras atribuições.
Ao questionar o gerente sobre as demais tarefas, recebeu a confirmação. “Se fossem apenas essas tarefas extras, não seria um problema para mim. Porém, me pagavam apenas o salário mínimo, quando o certo seria receber pelo menos um ou dois dólares a mais por hora .
Com uma sessão solene, nessa quarta-feira (1º), a Câmara Municipal de Natal homenageou os 60 anos do Curso Técnico em Mineração do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), por proposição da vereadora Brisa Bracchi. Foram homenageadas 22 pessoas, entre os quais professores e servidores, ex-docentes e ex-alunos (as). “Vim morar em Natal para estudar, e o IFRN foi a casa que me formou enquanto cidadã natalense. Por isso, estou muito feliz de hoje poder estar nesse lugar, enquanto parlamentar, propor essa homenagem ao curso que está completando 60 anos de história e de avanços. Há algumas décadas, por exemplo, não tinha nenhuma mulher nas turmas desse curso, mas hoje diversas meninas empoderadas são alunas dele, sabendo que esse também é o lugar delas”, ressaltou a vereadora. “Esse reconhecimento é de suma importância não só para nossa instituição, mas especialmente para os professores e professoras, que infelizmente no nosso país ainda não recebem o devido valor. Então, iniciativas como essa são uma forma de dar e de mostrar o valor desses mestres e da importância deles e delas, para a mudança da sociedade brasileira”, destacou o reitor do IFRN, José Arnóbio de Araújo Filho. O Curso Técnico em Mineração é o curso mais antigo em oferta no IFRN. Foi implantado em 1963, ainda na Escola Industrial de Natal (EIN), que depois passou a ser Escola Técnica Federal do RN (ETFRN), virou Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e hoje é o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). O curso forma profissionais para operar equipamentos de extração mineral, sondagem, perfuração, amostragem e transporte; auxiliar na caracterização de minérios sob os aspectos físico-químico, mineralógico e granulométrico; executar projetos de desmonte, transporte e carregamento de minérios; monitorar a estabilidade de rochas em minas subterrâneas e a céu aberto; auxiliar na elaboração de mapeamento geológico e amostragem em superfície e subsolo; operar equipamentos de fragmentação, de separação mineral, de separação sólido–líquido, hidrometalúrgicos e de secagem. “A mineração é indispensável para a vida no planeta. Todos os insumos para a fabricação dos produtos que nós consumimos vem do setor mineral, que é o setor primário. Sem a mineração seriam impossíveis os avanços da tecnologia. O celular, por exemplo, precisa de 65 minerais para ser produzido”, lembrou o Júlio César de Pontes, ex-aluno e professor do curso desde 1992, que foi um dos homenageados. Entre as autoridades e personalidades que participaram da sessão solene, compuseram a mesa dos trabalhos, além do reitor do IFRN, o diretor do curso de Mineração, Flanelson Marciel Monteiro; o secretário adjunto de Gestão Escolar do Município, Mário Sérgio de Oliveira; o superintendente da Funcern, Ednaldo de Paiva Pereira, e Paulo Morais, coordenador de Recursos Minerais da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico. Texto: Ilana Albuquerque Fotos: Verônica Macedo
Elizângela interpretou Aurora na novela A Força do Querer, de 2017; atriz morreu aos 68 anos A atriz Elizângela do Amaral Vergueiro morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (3), em Guapimirim, no Rio de Janeiro. De acordo com informações divulgadas pela prefeitura da cidade, a artista deu entrada no Hospital Municipal José Rabello de Mello com uma PCR (parada cardiorrespiratória) depois de ser atendida pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU. Segundo seu assessor, ela morreu de infarto. O último papel da intérprete nas novelas foi em A Dona do Pedaço (2019).
Luísa Sonza revelou que ainda tem sentimentos pelo seu ex-marido Whindersson Nunes. A cantora falou sobre seu antigo relacionamento com o humorista em entrevista para a youtuber Bianca DellaFancy. Em vídeo publicado nesta quinta-feira, 2, a artista deu detalhes sobre como lida com o ex atualmente e comentou que sente ciúmes dele. “Sou apaixonadinha. Todo mundo sabe, ele foi o grande amor da minha vida, a gente super se dá bem. Anteontem, eu liguei para ele e ele não me atendeu, mandei áudio brincando que ele estava me ignorando e ele falou que ‘não'”, contou. “Então, ele me ligou e explicou que não tinha me atendido porque estava com uma menina”, em seguida Luísa fez caretas para mostrar que se incomodava com isso e, ao ser questionada por Bianca sobre cíume, ela riu e confirmou: “Muito! Eu fico de olho. A gente casou, ficamos juntos por 5 anos. Foi meu relacionamento mais longo’, completou. Os dois começaram a namorar em 2016 e se casaram dois anos depois. Em 2020, eles anunciaram a separação.
A população mais uma vez paga pelo desentendimento entre o Governo do Estado e a Prefeitura do Natal. Por falta de pagamento aos hospitais, as cirurgias cardiológicas pelos SUS, ESTÃO SUSPENSAS. O BG apurou que, só no Hospital Rio Grande e no Hospital do Coração, por volta de 400 a 500 pessoas deixarão de fazer cirurgia cardíaca no mês de novembro e dezembro. Ou seja, é um jogo de empurra-empurra, em que ninguém se responsabiliza e tampouco paga. Segundo apuramos, os hospitais e médicos não recebem há pelo menos 3 meses, e nem existe orçamento para o restante do ano. Além disso, em dados oficiais, 180 pessoas aguardam cirurgias eletivas. Fato é que o dinheiro já foi totalmente consumido, mostrando mais uma vez a falta de capacidade e de gerenciamento, que é a marca das gestões e o povo morrendo e sem ter a quem recorrer. Não adianta as coletivas e as recomendações do MP, de nada serve. Também não adianta as ordens judiciais, não se cumpre. PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS. via blog do BG
Imagine que, um dia, você de repente perca a capacidade de falar. Tenta emitir sons, mas as palavras simplesmente não saem da boca. O que passará por sua cabeça? Agora imagine que isso aconteça por mais de uma década. Você perde sua forma mais básica de comunicação e nem sequer pode conversar com seus amigos. Até que, um dia, inesperadamente, você recupera a fala. Essa é a história de Marie McCreadie. ‘Sobrevivi à leucemia e virei médica para salvar pessoas com a doença’ Por que muitas crianças parecem estar eternamente com o nariz escorrendo ‘Cheguei ao hospital segurando minha mandíbula’: cirurgia reconstrói rosto de adolescente
Do Reino Unidos à Austrália
Voltemos ao tempo até o início da década de 1970. Marie nasceu no Reino Unido, mas se mudou com a família para a Austrália quando tinha 12 anos. Naquelá época, ainda conseguia falar. “Aterrissamos em fevereiro. Deixamos para trás uma Londres gelada e chegamos na metade do verão australiano (…). Era como férias de verão”, ela recorda. Mas todo verão tem um fim. Justo quando Marie começava a se adaptar à vida nova, imitando inclusive o sotaque australiano com sucesso, algo terrível aconteceu.
De repente, sem voz
“Acordei com uma forte dor de garganta e um grande resfriado”, Marie conta à BBC. “Um ou dois dias depois, tive bronquite.” “Na primeira semana, a irritação (da garganta) era muito intensa por causa da febre.” “Mas quando a temperatura baixou, a infecção desapareceu e comecei a me sentir melhor e ‘normal’… mas, depois de umas seis semanas, minha voz não voltou.” Marie não sabia o que havia acontecido, mas pensava que poderia voltar a falar a qualquer momento. Pouco a pouco, deu-se conta de que isso não aconteceria – pelo menos por muitos anos. E ela não só não conseguia falar. Ela não conseguia emitir qualquer tipo de som com as cordas vocais. Nem uma voz rouca, nem uma tosse.
Os médicos
Marie foi ao médico, mas os diagnósticos foram confusos e errados. “A princípio diagnosticaram uma laringite e depois disseram que se tratava de mudez histérica”, conta. A expressão mudez histérica foi usada pela primeira vez no século 19. É descrita como um transtorno da função vocal sem que haja mudanças no corpo, que resultaria num silêncio voluntário. Em outras palavras, o médico achava que ela se negava a falar. Mas Marie não concordava com o diagnóstico. De qualquer forma, ela estava ocupada demais tentando lidar com o mundo como uma adolescente sem voz, o que lhe trouxe várias dificuldades óbvias, mas também algumas inesperadas. “O telefone, por exemplo. Não podia marcar um corte de cabelo ou uma consulta médica. E se estava em apuros ou sofria um acidente tampouco podia gritar.” Ela lembra que, certo dia, sentiu medo quando caminhava com amigos pela montanha e não pode pedir ajuda ao ficar atolada. “Me dei conta de que tinha de ser mais cuidadosa”, afirma. Outro episódio traumático ocorreu quando a professora a obrigou participar do coral do colégio – todos na classe deveriam fazê-lo – e Marie teve de deixar o recinto. Ela diz que muitos na escola não entendiam sua mudez. “No princípio, todos pensaram que era muito divertido. Mas você se cansa disso muito rapidamente quando se trata de sua vida cotidiana.”
“Eu sempre levava pequenos cadernos de notas e um lápis, e me punha a escrever. Alguns de meus amigos podiam ler meus lábios – porque estávamos sempre juntos -, mas não sempre. Às vezes, não podia participar de conversas.”
Ela também usava as mãos e fazia sinais para se expressar, “mas na maioria das vezes tinha de escrever o que queria dizer.”
Ela diz que não tinha ajuda no colégio, pelo contrário.
“Eu ia a um colégio católico e uma freira, ao saber que não havia uma razão física que me impedisse de falar, disse que Deus estava me castigando e havia me deixado sem voz.”
Marie frequentava uma escola católica, onde lhe disseram que sua mudez era uma punição divina
“(Meus colegas) começaram a acreditar no que diziam, que eu estava sendo castigada e tinha de confessar meus pecados para recuperar minha voz. Eu me negava porque não tinha nada a confessar.”
Marie diz que começou a questionar a si mesma. “No mundo em que crescemos, o padre, as freiras, os médicos tinham sempre razão. Não eram postos em dúvida.”
“As meninas costumavam me chamar de mulher do diabo e outras piadas desse tipo, mas com o tempo deixou de ser uma piada. Era grave, extremo.”
“Como me neguei a confessar pecados, não me deixavam entrar na igreja e ir para a missa que frequentávamos todas as sextas, então tinha de ficar do lado de fora.”
“Nesse momento, comecei a acreditar neles e a pensar que era diabólica, que pertencia ao diabo, que Cristo não queria olhar para mim, que não era parte da cristandade, que era uma bruxa.”
Fora da escola, vizinhos diziam que ela havia enlouquecido, e um amigo de sua mãe sugeriu que ela fosse abandonada “porque não se sabe o que pessoas como ela podem fazer”.
Hospital psiquiátrico
Dois anos depois de ter perdido a voz, Marie se sentia isolada, frustrada e cheia de dúvidas.
As coisas se complicaram tanto que ela tentou se matar aos 14 anos. Acabou em um hospital e, quando se recuperou, foi transferida para um hospital psiquiátrico.
“Isso foi um inferno, um pesadelo. Havia drogados, pessoas com crises nervosas, uma mulher que imagino ter sofrido abusos… Eu era a mais jovem e era muito influenciável.”
Marie superou todos os traumas, mas se lembra vividamente das duras experiências que enfrentou
Também se lembra da falta de intimidade e das terapias com choques elétricos. Ela escutava os pacientes gritando e chegou a fazer uma sessão. “Era como uma câmera de tortura. Muito cruel.”
Marie fugiu e foi à casa de um amigo. Ela pode voltar a sua casa, mas a relação com os pais estava danificada. Tinha medo de todo mundo ao redor, “não queria ver ninguém, a pouca confiança que tinha nas pessoas desapareceu no hospital psiquiátrico”, lembra.
Ela então se isolou por seis meses. Marie não acreditava que voltaria a recuperar a voz e começou, pouco a pouco, a reconstruir sua vida.
Ela passou a trabalhar no café administrado por sua mãe e aprendeu a língua de sinais. Voltou a estudar e aprendeu mecanografia. Não é que os problemas dela tivessem se resolvido, mas pelo menos ela era agora uma adulta com uma vida relativamente normal. Até que um dia, quando tinha 25 anos, estava no trabalho e começou a se sentir muito mal. “Comecei a tossir e começou a sair sangue da minha boca. Pensei que estava morrendo. Podia sentir algo se movendo no fundo da minha garganta. Em certo momento pensei que estava tossindo minhas entranhas. Hoje parece uma idiotice, mas naquele momento sua cabeça dá voltas.” Um colega chamou uma ambulância, e Marie foi levada ao hospital. Os médicos viram que ela tinha um objeto na garganta e conseguiram extraí-lo. Estava coberto de muco e sangue, mas, quando o limparam, descobriram que se tratava de uma moeda. Ela estava desde os anos 1960 com aquela moeda presa na garganta – e diz não ter ideia de como o item foi parar lá. Getty Images Moeda australiana estava presa na garganta de Marie Aquela pequena moeda havia ficado presa no fundo de sua garganta por 12 anos, justo ao lado de suas cordas vocais, impedindo que elas vibrassem e emitissem sons. Mas, assim que a moeda saiu, Marie recuperou a voz. “Pude sentir o som na minha garganta, gemidos, soluços. No início, não sabia de onde vinha esse ruído.” Como não haviam visto aquela moeda na garganta? Os médicos disseram que a posição do objeto havia o tornado indetectável. Marie teve de reaprender a respirar e a moderar o tom da voz, mas diz que não levou muito tempo. Sua primeira ligação telefônica foi para a mãe, que começou a chorar. Depois participou do coral local para fazer as pazes com o passado. Em seu livro “Voiceless” (sem voz), publicado em julho de 2019, ela conta a história. Quanto à moeda, ainda a guarda numa pulseira que veste de vez em quando.