Polícia captura ‘Mulher-Gato’, especialista em furtar condomínios de luxo Suspeita usava da aparência para ludibriar porteiros e fez até curso de chaveiro 06 out 2023 05:00
Sorria, você está sendo filmada: vestida de preto e invadindo discretamente a residência das vítimas, Paola Gobel ganhou o apelido ‘carinhoso’ de Mulher-Gato | Imagem: Reprodução/TV Bandeirantes O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de São Paulo prendeu na quinta-feira 5 Paola Gobel, sob acusação de crimes de furto. Seu apelido nas investigações é “Mulher-Gato”. Presa na capital paulista, sua atuação se estendia a vários estados do país, sempre em apartamentos de luxo. A polícia de Minas Gerais já havia decretado um mandado de prisão preventiva contra ela. Os policiais capturaram a suposta gatuna na casa do namorado. Com passagens por tráfico de drogas, Luan de Melo também foi parar na delegacia. A polícia de SP agora investiga se o parceiro da moça, que mostrou não ser exatamente o Batman, é também seu parceiro no crime.
Tudo do bom e do melhor: Deic apresenta itens de luxo encontrados na residência da Mulher-Gato da vida real | Imagem: Reprodução/TV Bandeirantes A vida imita a arte Os investigadores do Deic apuraram que a acusada chegou a fazer um curso de chaveiro para entrar sorrateiramente na casa das vítimas. Tal fato e o uso de roupa preta motivaram o seu apelido, Mulher-Gato, referência à anti-heroínadas histórias em quadrinhos. De acordo com as investigações, ela se infiltrava em condomínios de alto padrão se passando por moradora, amiga ou familiar de alguém. Além disso, ela enganava os porteiros se apresentando sempre impecável. Não chamou o Batman: “Ativista que já apoiou ‘desmantelar a polícia’ agradece a policiais depois de ter carro roubado” Já dentro dos edifícios, a Mulher-Gato entrava nos apartamentos sem recorrer à violência, mas com seus dotes furtivos, para abrir as portas. Pegava itens de valor, de preferência joias, indo embora pela porta da frente, sem chamar atenção. Furto de luxo Em apenas uma de suas empreitadas, Paola teria furtado valor equivalente a R$ 1 milhão, de acordo com estimativa da polícia. Não foi informado como ela escolhia os apartamentos “certos”, ou seja, sem ninguém. Leia também: “O melhor (e o pior) ator no papel de Batman” A Polícia Civil de SP apreendeu, já na residência da moça, muitas joias, bolsas e relógios. Agora, a Mulher-Gato deve ser transferida para MG, para que se cumpra seu mandado de prisão.
Médicos executados no Rio de Janeiro foram atingidos com pelo menos cinco tiros cada; maioria no peito Linha de investigação da polícia relaciona semelhança física do ortopedista Perseu Ribeiro de Almeida, de 33 anos, com a do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, de 26 A única vítima que levou tiro acima do pescoço foi Marcos de Andrade Corsato, de 62 anos. Ele era diretor do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Nos vídeos das câmeras de segurança do quiosque, é possível ver que Marcos é o único que morre sentado em uma das cadeiras do local. Um funcionário do quiosque afirmou que os médicos haviam pago a conta e aparentavam estar de saída do local. As câmeras de vigilância marcavam 0h59 desta quinta-feira quando um carro estacionou sobre a faixa de pedestres: com a luz de freio acionada, três homens armados desembarcaram, um por cada porta, e miraram no grupo de ortopedistas: Marcos de Andrade Corsato, de 62 anos; Perseu Ribeiro de Almeida, de 33; Diego Ralf Bomfim, de 35, e Daniel Sonnewend, de 32 anos. As vítimas do crime que aconteceu no Quiosque Naná 2, na Barra da Tijuca — Foto: Extra Daniel Sonnewend Proença, de 32 anos, passou por cirurgia nas pernas e está em estado estável, no Hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra. Além dele, os outros ortopedistas estavam no Hotel Windsor, que fica localizado em frente ao Quiosque Naná 2, onde o crime aconteceu, para assistir a um congresso da especialidade médica que acontece de quatro em quatro anos. Os médicos chegaram na última quarta-feira num voo de Congonhas para o Santos Dumont. Segundo a TV Globo, os homens teriam ido ao quiosque assistir ao jogo do Fluminense. Dois deles apareciam com camisas de time. Os criminosos dispararam 33 tiros de pistolas 9mm.
Parentesco com Sâmia Bomfim chamou atenção
Diego Ralf Bomfim, de 35 anos, é irmão da deputada federal pelo PSOL Sâmia Bomfim e cunhado do também deputado Glauber Braga, do mesmo partido. O médico chegou a ser levado para o Hospital Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos. Uma nota assinada pela deputada Fernanda Melchionna, que foi escolhida para falar em nome da família, afirma que Sâmia “está devastada nesse momento terrível de perda e dor, assim como o seu companheiro Glauber Braga, que a acompanha neste momento”. Os parentes de Diego Bomfim prestaram solidariedade com os familiares de todas as vítimas do que chamaram de “crime bárbaro”, agradeceram as mensagens de apoio que receberam e cobraram rigor nas investigações. “Pelas imagens divulgadas pela imprensa, tudo indica que se trata de uma execução. Exigimos imediata e profunda investigação para descobrir as motivações do crime, assim como a identificação e prisão dos executores. Já pedimos ao ministro da Justiça, Flávio Dino, o acompanhamento do caso pela Polícia Federal e estamos formalizando a solicitação com o ministério”, diz a nota.
Miliciano ganhou condicional em setembro
Documentos obtidos pelo GLOBO revelam que Taillon Barbosa obteve livramento condicional em 25 de setembro deste ano. Segundo o processo, ele mora na Avenida Lúcio Costa, na mesma avenida onde os médicos foram assassinados. Seu apartamento fica a 750 metros do quiosque onde aconteceu o crime. A decisão do livramento condicional, assinada pelo juiz Cariel Bezerra Patriota, determina que Taillon compareça ao juízo a cada três meses para comprovar suas atividades. Ele precisa voltar para casa às 23h e permanecer durante toda a noite. Também é sua obrigação “porta-se de acordo com os bons costumes”, não se ausentar do estado, não se mudar sem comunicação ao juízo.
O que ainda não se sabe
Embora a polícia não descarte a possibilidade de as mortes terem acontecido devido a semelhanças físicas entre Perseu Ribeiro de Almeida, de 33 anos, e um miliciano que frequentava e morava perto do lugar, Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, de 26 anos, as investigações seguem em andamento. A polícia federal foi envolvida no andamento das diligências do caso. Elas darão conta de confirmar as motivações do crime e de descobrir quem são as pessoas envolvidas em ordenar os homicídios. A respeito dos ataques, de acordo com a PM, agentes fizeram buscas na região, mas não conseguiram localizar os suspeitos. O policiamento foi reforçado.
Guerra entre tráfico e milícia na Zona Oeste do Rio pode estar por trás de assassinato de médicos; entenda Ligação entre o crime e a guerra entre traficantes e milicianos na Zona Oeste entrou no radar da polícia após a análise de uma comunicação entre traficantes interceptada pouco antes do ataque O crime, cometido num ponto turístico do Rio, gerou uma onda de comoção por todo o país. O presidente Lula afirmou, pelas redes sociais, que recebeu a informação sobre o crime “com grande tristeza e indignação” e determinou que a Polícia Federal acompanhe a investigação. Pelo fato de uma das vítimas, Diego Bomfim, ser irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP), inicialmente a polícia cogitou a hipótese de crime político. No entanto, ao longo do dia, a principal linha de investigação passou a apontar para conexão entre o crime e uma guerra entre milicianos e traficantes pelo controle de favelas na Zona Oeste: segundo a investigação da Delegacia de Homicídios (DH), os médicos teriam sido mortos por engano, já que um deles teria sido confundido com um chefe da milícia de Rio das Pedras. Uma câmera de segurança do quiosque que flagrou a ação foi a primeira prova coletada pela polícia: as imagens mostram que os três criminosos usaram pistolas e não se preocuparam em esconder o rosto durante o ataque. Após fazerem os primeiros disparos, eles ainda retornam e atiram mais vezes. Cada um dos médicos foi atingido por pelo menos cinco tiros. O modus operandi dos atiradores chamou a atenção dos investigadores, já que é diferente do empregado em outras execuções recentes que aconteceram no Rio. Nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do bicheiro Fernando Iggnácio, por exemplo, as vítimas foram monitoradas por meses e os assassinos planejaram cada detalhe da execução para prejudicar a investigação. No caso dos médicos, os criminosos sequer se preocuparam em esconder o rosto de testemunhas — o que indica, segundo os investigadores, que o crime foi cometido às pressas, sem planejamento. Infográfico — Foto: Reprodução A ligação entre o crime e a guerra entre traficantes e milicianos na Zona Oeste entrou no radar da polícia após a análise de uma comunicação entre traficantes interceptada pouco antes do ataque. “Acho que é Posto 2”, disse um homem que, segundo os investigadores, faz parte da quadrilha que domina a Gardênia Azul. Apesar de o quiosque onde os médicos estavam ficar entre os postos 3 e 4, a polícia acredita que o criminoso tentava comunicar a um comparsa a localização do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, de 26 anos, filho de Dalmir Pereira Barbosa, chefe do grupo paramilitar de Rio das Pedras. A polícia já sabe que Taillon não estava na praia durante a madrugada, mas seus desafetos o teriam confundido com o ortopedista Perseu Ribeiro de Almeida. De acordo com as polícias Civil e Federal, Perseu tem peso, altura, cabelo e barba parecidos com Taillon. Taillon teve a prisão preventiva decretada pelo crime de organização criminosa em 2020, mas obteve livramento condicional há dez dias e saiu da cadeia. O miliciano mora na mesma avenida onde os médicos foram assassinados, num apartamento a 750 metros do quiosque. Desde o ano passado, Taillon e outros integrantes da milícia de Rio das Pedras viraram desafetos da quadrilha que domina a Gardênia Azul — grupo formado por ex-milicianos que, desde o ano passado, se aliou a traficantes da maior facção do Rio, o Comando Vermelho (CV). O pacto entre os criminosos aconteceu em meio a um processo de fragmentação da milícia do Rio, que teve como estopim a morte de Wellington da Silva Braga, o Ecko, durante uma operação da Polícia Civil, em 2021. A queda do chefão desencadeou uma série de conflitos internos na milícia em vários bairros da Zona Oeste e na Baixada Fluminense. O CV se aproveitou da fragilidade causada pelas disputas dos rivais e passou a tentar invadir antigos domínios da milícia, como a Gardênia — o que acabou levando parte dos milicianos locais a se aliarem à facção. Após o racha, os criminosos da Gardênia entraram em guerra com o grupo paramilitar que domina Rio das Pedras. O conflito já causou várias mortes na região, como a de Leandro Siqueira de Assis, o Gargalhone, um dos ex-milicianos que se aliou ao tráfico, encontrado morto dentro de um carro em frente ao Mercado do Peixe, também na Barra da Tijuca, em maio. Outra prova que corrobora essa linha de investigação é o destino do carro usado no crime: o veículo foi rastreado e teve como destino a Cidade de Deus, favela de Jacarepaguá dominada pelo CV — facção aliada aos suspeitos dos homicídios. A polícia também apura se, após a repercussão do crime, chefes do CV determinaram que os atiradores fossem mortos no tribunal paralelo do crime. As execuções teriam acontecido dentro do Complexo da Penha, na Zona Norte, apontado como o QG da facção. No início da tarde de ontem, a cúpula da Polícia Civil fez um pronunciamento sobre o caso. Sem responder a questionamentos de jornalistas, o secretário José Renato Torres se limitou a dizer que o crime “não ficará impune”. Já o ministro da Justiça Flávio Dino afirmou que existem “duas ou três” linhas de investigação policial sobre o assassinato. Já o secretário-executivo do ministério, Ricardo Cappelli não quis comentar sobre o rumo das investigações. — Temos que ter prudência — disse.
Em alusão ao Dia do Idoso, a Câmara Municipal de Parnamirim realizou uma tarde de homenagens à pessoa idosa. Na quarta-feira (04), a Sessão Solene “Vereador Idoso Por um Dia”, de proposição do vereador Thiago Fernandes (SD), convidou 18 idosos para assumir as cadeiras do Plenário Dr. Mário Medeiros e desempenhar a função de vereador por uma tarde. Além da entrega de honrarias aos homenageados e da participação do Coral Vozes das Semas, discussões sobre pautas importantes para a população da terceira idade fizeram parte da Sessão. O ex-vereador de Parnamirim Samuel Fernandes usou a tribuna para agradecer em nome de todos os homenageados. “Pra mim é uma honra estar aqui neste momento solene. O momento é especial para mim e para todos os convidados pois estamos colhendo o que plantamos no passado. Estou muito feliz, lisonjeado e agradecido”, ressaltou. Marcia Vieira de Alencar Caldas, vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa, falou sobre a importância do evento. “É muito importante trazer o protagonismo da pessoa idosa. Que os idosos sintam a vontade de ocupar o espaço de participação e contribuição dentro das políticas públicas do município. É uma grande oportunidade para trazer as necessidades e dificuldades de vivenciar a idade avançada”, afirmou. A solenidade foi encerrada pelo vereador e propositor da sessão, Thiago Fernandes, que ressaltou a importância da valorização da pessoa da terceira idade. “A lei do Estatuto da Pessoa Idosa completou 20 anos este ano. Graças a lei, o Brasil avançou consideravelmente na proteção das pessoas mais velhas. Por causa da lei, a velhice deixou de ser vista como doença e se transformou no direito de personalidade. Neste momento, vemos a pessoa idosa sair da invisibilidade. Saibam que os protagonistas hoje são todos vocês, parabéns e que possamos comemorar esta data por muitos outros anos”, declarou. Fonte: Malu Machado – Ascom/CMP
Sargento Gonçalves exige esclarecimentos ao Ministro da Defesa após Ofício que prejudica os Policiais e Bombeiros Militares Sargento Gonçalves protocola Requerimento de Informação Constitucional na Câmara Federal, solicitando esclarecimentos do Ministro da Defesa sobre a suspensão de autorizações para aquisição de porte de armas e munições. Uma situação que vem revoltando os policiais militares e bombeiros militares é a suspensão de autorizações para aquisição de porte de armas e munições. O Comando do Exército Brasileiro, através de Ofício encaminhado ao Comandante da Policia Militar do RN, Cel. PM Alarico José Pessoa Azevêdo Júnior, determinou que fosse suspenso as autorizações para aquisição e transferência de arma de fogo de uso permitido e restrito, para policiais militares/bombeiros militares. Diante dessa determinação, o deputado federal Sargento Gonçalves, requereu a Câmara Federal o encaminhamento de RIC – Requerimento de informação Constitucional ao Ministro da Defesa, solicitando os motivos que ensejaram tal decisão, para buscar juntamente ao Congresso, medidas que acelerem o término dessa suspensão e resolva essa situação, que coloca em risco a vida de dezenas de policiais. Em suas redes sociais, disse: “Tivemos a preocupação porque sabemos da necessidade do policial poder ter o direito à legítima defesa, que é o policial poder portar sua arma de fogo para proteger sua vida e até de terceiros.” É importante ressaltar que diante da elevação da criminalidade em todo o estado, policiais militares estão sendo mortos por facções criminosas. O porte de arma para policiais/bombeiros militares desempenha um papel crucial na segurança pública. Esse direito se baseia na necessidade de permitir que os agentes da lei possam efetivamente cumprir suas funções de proteger a sociedade e manter a ordem, enfrentando os desafios específicos associados à criminalidade intensa. O Requerimento já foi encaminhado ao Ministro da Defesa, via Câmara Federal e agora, aguarda uma resposta para tomada das devidas providências.
Os médicos estavam no Rio de Janeiro para um congresso de ortopedia. Grupo atirou em profissionais em um quiosque na Barra da Tijuca Três médicos foram assassinados a tiros em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante a madrugada desta quinta-feira (5/10). Outro profissional também ficou ferido e se encontra em estado grave. A Polícia Civil do Rioinvestiga o caso. Veja o momento em que os atiradores executam os profissionais: Quem foram os médicos assassinados No vídeo, é possível observar o momento em que há a movimentação rotineira do local, até homens descerem de um veículo às pressas, uma testemunha sair correndo assim que percebe a movimentação, e a execução dos disparos contra os profissionais de saúde. O caso ocorreu na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, próximo a um quiosque na altura do posto 4, quando um grupo saiu de um carro e atirou contra os médicos. Os profissionais de medicina mortos são especializados em ortopedia e foram identificados como Perseu Ribeiro de Almeida, 33, Marcos Andrade Corsato, 63, e Diego Ralf Bonfim, 35. O último é irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSol-SP). As vítimas estariam no Rio de Janeiro para participar do 6º Congresso Internacional de Cirurgia Minimamente Invasiva de Pés e Tornozelos (MIFAS, sigla em inglês), que começa na tarde desta quinta-feira e vai até o sábado (7/10).
Um homem foi internado às pressas no Hospital Regional da cidade de Cáceres, no Mato Grosso. De acordo com o Metrópoles, a urgência se deve ao fato de o paciente ter enfiado um copo de vidro no ân*s. O episódio ocorreu na cidade de Curvelândia, a 280 quilômetros de Cuiabá. Após o incidente, o homem teria pedido ajuda à esposa para buscar um posto de saúde, com a justificativa de que havia cortado a mão e precisava de um curativo. 📌No entanto, ao chegar na unidade de atendimento, a equipe médica percebeu a gravidade da situação do paciente. Conforme identificado pela equipe do hospital, o copo acabou quebrando dentro do ân*s do homem, que não teve a identidade divulgada. Diante da gravidade do quadro, o paciente foi submetido a um procedimento cirúrgico para remoção do objeto e, até o momento, não há informações sobre o seu estado de saúde.
Desde o início do ano, o governo Lula cancelou o cadastro de cerca de 2,9 milhões de pessoas do Bolsa Família. Os dados oficiais foram obtidos com exclusividade pela coluna. “Foram canceladas 2.870.743 famílias entre janeiro e setembro de 2023”, informa documento produzido pelo Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Os cortes, segundo a pasta, fazem parte de um pente-fino para adequar o pagamento do benefício àqueles que realmente se enquadram nos critérios pré-determinados. O programa havia sido rebatizado como “Auxílio Brasil” no governo Bolsonaro e retornou ao nome original em Lula 3. A limpa no programa começou em março deste ano, quando o governo informou ter identificado 1,2 milhão de perfis com renda mensal mais alta do que a estipulada para inscrição no Bolsa Família. Em dezembro do ano passado, 21,601 milhões de famílias receberam o benefício, ao custo de R$ 13,017 bilhões. Em setembro deste ano, foram contempladas 21,478 milhões de famílias, ao custo de R$ 14,583 bilhões. O que indica que, apesar dos cancelamentos e da redução de beneficiários, novos usuários também foram inseridos no Bolsa Família. Em junho, Lula assinou o decreto que regulamenta o Novo Bolsa Família. O texto estabeleceu complementação de R$ 50 adicionais, pelo Benefício Variável Familiar, a dependentes de 7 a 18 anos na composição familiar e a gestantes e lactantes.
Durante a madrugada dessa terça-feira (3), a atriz Luana Piovani utilizou suas redes sociais para fazer uma crítica à Luísa Sonza. Por meio de seus stories do Instagram, a apresentadora fez uma reflexão/questionamento a respeito de crianças consumirem algumas músicas da cantora gaúcha. E não parou por aí, sem papas na língua, também detonou “um som” da loira.
A publicação era, na verdade, o compartilhamento de um conteúdo que falava sobre erotização infantil. Piovani repostou e aproveitou o ensejo para deixar a sua opinião sobre o assunto. “O que você faria se pegasse seu(a) filho(a) ouvindo isso?”, questionava o post com um trecho do clipe de “Dona Aranha”, de Luísa Sonza. “Ai car*lho, ai eu tô subindo pelas paredes do quarto. (…) Rebolo o rabo de quatro, sei que tu gosta”, diz trecho da música utilizada como exemplo.
O que acontece é que “Dona Aranha” faz menção a uma canção infantil de mesmo nome. A música faz parte do novo álbum “Escândalo Íntimo” de Luísa Sonza. No post de Piovani, a atriz ainda escreveu: “Tenho OGERIZA, primeiro, de quem gosta desse som (sim, porque música pra mim é outra coisa)”. Ao clicar nos stories da apresentadora, era possível ver a continuação da publicação destina à discussão sobre a erotização infantil. “Tem sido cada vez mais comum artistas se apropriarem de músicas infantis e lançarem versões com conotações sexuais. Isso é um absurdo! Quando foi que normalizaram a erotização de músicas infantis? Imagina seu filho ouvindo e dançando isso!“, dizia a continuação do post compartilhado por Piovani. “ACORDEM PAIS! Não dá pra normalizar uma criança dançando esse tipo de música! Precisamos proteger e preservar a inocência das nossas crianças e isso começa dentro de casa! Você precisa ser exemplo!“, seguiu. Luana Piovani é mão de um menino de 11 anos e gêmeos de 8. Não é de estranhar que esse tipo de conteúdo chame a atenção da atriz. Internautas também aproveitaram a deixa para comentar sobre o assunto. “‘Ah, mas na minha época a gente dançava na boquinha da garrafa e tá tudo bem’… não, amigo, tava errado do mesmo jeito“, escreveu uma usuária do Instagram.
Durante a Operação Tiphon, conduzida pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) do Distrito Federal, uma mulher suspeita de envolvimento em crimes de tráfico de drogas e armas, com medo de ser presa, tentou enganar as autoridades escondendo mais de R$ 9 mil em dinheiro em sua vagina. Após sua detenção, a mulher foi submetida a uma audiência de custódia e posteriormente liberada. A suspeita é irmã de um dos principais alvos das investigações conduzidas pela corporação. Inicialmente, apenas um mandado de busca estava em vigor contra ela, mas sua prisão se concretizou devido à quantia substancial de dinheiro descoberta nas partes íntimas. Além disso, durante a busca em sua residência, os policiais encontraram munição e materiais frequentemente associados ao tráfico, como uma balança de precisão e materiais plásticos utilizados para embalar drogas. A Operação Tiphon, deflagrada na manhã da última quarta-feira (27), tem como objetivo desmantelar uma organização criminosa especializada na venda de armas e no tráfico de drogas. A operação envolveu a execução de 33 mandados de busca e apreensão, juntamente com a emissão de 15 mandados de prisão temporária.